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Adaptação e Empatia: A Contribuição dos Professores

Adaptação e Empatia: A Contribuição dos Professores

Nesta semana, no dia 3 de dezembro, comemoramos o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, uma data importante para refletirmos sobre a inclusão, a adaptação do ensino e os desafios enfrentados por essas pessoas.

Nesse contexto, é fundamental destacar o papel essencial dos professores na promoção da adaptação e empatia, garantindo assim que todos os alunos tenham igualdade de oportunidades no ambiente educacional. Vamos lá?

Adaptação: A Realidade da Acessibilidade:

A acessibilidade é crucial para a verdadeira igualdade na educação. Uma  infraestrutura adaptada não só ajuda a mobilidade, mas também sinaliza inclusão para todos os alunos – independentemente da origem de sua dificuldade. 

Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua 2022, apenas um em cada quatro pessoas  com deficiência concluiu o ensino fundamental obrigatório. Além disso, aproximadamente 63% dessa faixa etária com menos de 25 anos, concluiu o ensino fundamental, ou seja, isso representa uma baixa taxa de alfabetização, de apenas 19,5%.

Ainda conforme a pesquisa, cerca de 18,6 milhões de brasileiros com mais de dois anos têm  algum tipo de deficiência. Isso representa 8,9% da população que precisa receber assistência específica para se engajar ativamente na vida social diária.

Portanto, as salas precisam ser acolhedoras para todos, e a adaptação do ambiente vai além de mesas e cadeiras. Recursos visuais, auditivos e táteis são cruciais no ensino para o aprendizado inclusivo!

Adequando à Realidade das Crianças Atípicas:

Ao adequar a acessibilidade à realidade das crianças atípicas, é fundamental considerar as necessidades específicas de cada aluno. Isso significa adotar estratégias práticas para personalizar o ambiente de aprendizado, levando em conta suas dificuldades, como o , autismo, o TDAH e outras singularidades.

Além disso, de acordo com uma pesquisa do MEC, divulgada pelo Portal Terra, 94% dos professores não têm formação para lidar com pessoas  com deficiência, seja ela física ou neurológica.

Portanto, uma abordagem pedagógica inclusiva começa pela compreensão das habilidades e desafios individuais de cada criança. É importante identificar quais são os tipos  de aprendizagem mais eficazes e adaptar as atividades educacionais de acordo. Por exemplo, algumas crianças podem se beneficiar com uma abordagem visual, enquanto outras podem preferir uma abordagem auditiva ou tátil.

Como os Professores podem fazer isso?

Você já parou para pensar como um professor pode ser fundamental na adaptação dos alunos atípicos? Com a diversidade cada vez mais presente nas salas de aula, é necessário estratégias eficazes. Aqui estão algumas dicas:

  • Compreensão das necessidades individuais: Os professores identificam necessidades dos alunos e adaptam a abordagem, promovendo participação e desenvolvimento inclusivo.
  • Adaptação do currículo:  A adaptação curricular ajusta o conteúdo para acolher todos os alunos, sem distinções nas habilidades físicas ou cognitivas. Os professores buscam alternativas didáticas com recursos pedagógicos personalizados para apoiar cada aluno a alcançar seu máximo potencial.
  • Promova a empatia e o respeito mútuo: Os professores podem promover atividades que estimulem a empatia entre as crianças, incentivando-as a compreender  as dificuldades enfrentadas pelos seus colegas. Isso cria um ambiente positivo, onde todos aprendem a valorizar as diferenças e os cumprimentos do próximo.

A contribuição dos professores no processo de adaptação e empatia é essencial para garantir uma educação inclusiva e igualitária. Ao compreender as necessidades individuais dos alunos, adaptar o currículo e fomentar a empatia entre as crianças, estamos construindo um futuro mais justo e acolhedor para todos. 

Portanto, devemos reconhecer e valorizar o trabalho desses profissionais dedicados, que são agentes transformadores na vida de tantos alunos. Pois juntos, podemos criar uma sociedade mais inclusiva onde cada indivíduo é respeitado e tem suas habilidades reconhecidas.

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Referências:

https://www.cnte.org.br/index.php/menu/comunicacao/posts/noticias/76706-apenas-uma-em-cada-quatro-pessoas-com-deficiencia-conclui-ensino-basico-obrigatorio-no-brasil

https://www.terra.com.br/noticias/educacao/educar-para-incluir/94-dos-professores-nao-tem-formacao-para-lidar-com-alunos-com-deficiencia,5d4213e256ec2b1bd3204e649b0f49a9sqswjtji.html

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