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AUTISMO NÃO VERBAL: COMO ESTIMULAR A FALA DA CRIANÇA?

Por volta de 15 a 20% das crianças com autismo são não verbais, ou seja, não falam ou demoram mais tempo para começar a falar.

O autismo não verbal trata-se de uma condição na qual o indivíduo com Transtorno do Espectro Autista (TEA) não se expressa por meio da fala e, muitas vezes, também apresentam dificuldades em expressar aquilo que sentem, pensam, desejam ou solicitam por outras formas de comunicação.

Muitas crianças autistas, mesmo desenvolvendo estratégias gerais de desenvolvimento podem não desenvolver a fala, o que pode estar associado a alguns fatores, como:

– Intensidade do autismo;

– Associação do autismo com deficiência intelectual;

– Diagnóstico tardio e sem as intervenções corretas.

Crianças autistas não verbais geralmente são mais agressivas, principalmente por não conseguirem se expressar.

COMO ESTIMULAR A FALA DE UM AUTISTA NÃO VERBAL

1-  Diagnóstico precoce → o diagnóstico deve ser feito antes dos 3 anos. Se a suspeita da ausência de fala está associada a um possível autismo, é importante que o diagnóstico precoce seja realizado o quanto antes. O profissional que avaliar a criança deve ser capacitado e dotado de ferramentas que darão uma base para saber se a criança possui sinais de autismo ou não, como:

Escalas de triagem;

Escalas de avaliação diagnóstica;

Os critérios do DSM-5 (o manual médico de transtornos mentais).

Ao lidar com crianças que possuem atraso de fala, e sabendo que o autismo está associado a esse atraso, a abordagem é totalmente diferente em comparação com a de uma criança que tem atraso na fala e não possui autismo, por isso a importância do diagnóstico precoce.

2-  Associar o contexto no qual a criança vive → deve-se associar os momentos do cotidiano com palavras, letras e expressões, por exemplo, se a criança gosta de músicas, pode associar uma experiência a canções que tenham a letra parecida com o contexto. Além disso, é interessante falar e se expressar olhando nos olhos da criança, de forma clara, pois, com o contexto visual e a escuta dos sons da fala, ela começa a querer articular as palavras relacionadas a situações às quais está inserida.

3-  Sempre que possível usar materiais, objetos e assuntos do interesse da criança →  crianças com autismo possuem interesse exagerado por determinados assuntos, objetos e contextos. Dessa forma, utilizar assuntos de seu interesse faz com que ela fique muitos mais atenta para aquele momento, como também desenvolva uma memória muito maior para processar as informações. É importante usar o interesse da criança como aliado, com o intuito de trabalhar palavras e frases associadas àquele contexto. Posteriormente, com o avançar dessas atividades, sutil e gradativamente pode-se ligar essas palavras a situações do cotidiano e a outros cenários, de modo a conquistar a atenção da criança.

4-  Controle das comorbidades → existem duas comorbidades que podem atrapalhar o engajamento e a atenção social da criança para aprender a falar ou aprender palavras, que são o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e o Transtorno Opositivo Desafiador (TOD).

Crianças com TDAH tendem a ser muito agitadas e distraídas, por isso grande parte delas se beneficiam de medicação que favorecem um comportamento mais atento e calmo, prestando atenção no interlocutor da mensagem e entendendo o que está sendo articulado. Se a criança tem muita facilidade para se distrair, é muito inquieta e agitada, tal comportamento atrapalha a eficácia da terapia, sendo prejudicial na hora de trabalhar a linguagem na escola, como também pode dificultar o trabalho dos pais ao tentarem exercitar a linguagem da criança em casa.

Já a criança com TOD passa a ser menos flexível socialmente para aprender novas linguagens, pois começa a se negar a prestar atenção.

5-  Uso de figuras, desenhos, vídeos e esquemas que interessem a criança → pode-se trabalhar a linguagem dentro dessas representações visuais através das palavras envolvidas nas ações que estão nas figuras, fotos e vídeos. É importante trabalhar com materiais visuais que representam momentos do cotidiano, como fotos que trabalhem o ato de comer, limpar, usar o banheiro ou brincar com os amigos. Aprender a lidar com o cotidiano é uma demanda urgente e importante para a criança com autismo, saindo um pouco do hiperfoco do autista e começando a incentivá-la a lidar com o contexto do dia a dia.

6-  Uso de estratégias estruturadas → uso de métodos que favorecem a verbalização das crianças com autismo:

Método TEACCH;

Método ABA;

Método PECS;

Método Denver.

 Esses métodos possuem, em suas características, maneiras de estimular a fala e a linguagem dessas crianças.

7-  Dar pequenas instruções →  no cotidiano, deve-se mostrar gestos sociais e objetos de uso diário, relacionando-os às palavras, letras e expressões. Também é interessante mostrar para a criança algumas figuras de sentimentos, como nojo, alegria e tristeza, e trabalhar a imagem do sentimento com palavras e expressões relacionadas.

8-  Usar jogos de ação  →  crianças autistas geralmente gostam de tecnologia e usar jogos eletrônicos pode ser uma ótima alternativa. Pode-se utilizar games que vocalizem e trabalhem a ação para que, ao lado da criança, os pais relacionem determinada ação a uma palavra ou frase.

9-  Abordagem de comportamento verbal → usar metodologia de treino verbal, por meio de imitação, como falar e esperar a criança imitar.

10-   Uso de abordagem desenvolvimental → trabalhar de forma naturalística, levando a criança a locais como mercado, shopping, padaria e praça, ambientes onde é possível trabalhar as palavras, frases e expressões que normalmente são usadas em um determinado lugar.

11-   Desde cedo levar a criança à escola → a partir dos 2 anos de idade deve-se propiciar à criança a convivência na creche ou escola, pois isso ajuda a induzi-la a conversar, falar, usar expressões, ver os gestos das outras crianças e as palavras associadas a tais gestos.

8-  Usar jogos de ação  →  crianças autistas geralmente gostam de tecnologia e usar jogos eletrônicos pode ser uma ótima alternativa. Pode-se utilizar games que vocalizem e trabalhem a ação para que, ao lado da criança, os pais relacionem determinada ação a uma palavra ou frase.

9-  Abordagem de comportamento verbal → usar metodologia de treino verbal, por meio de imitação, como falar e esperar a criança imitar.

10-   Uso de abordagem desenvolvimental → trabalhar de forma naturalística, levando a criança a locais como mercado, shopping, padaria e praça, ambientes onde é possível trabalhar as palavras, frases e expressões que normalmente são usadas em um determinado lugar.

11-   Desde cedo levar a criança à escola → a partir dos 2 anos de idade deve-se propiciar à criança a convivência na creche ou escola, pois isso ajuda a induzi-la a conversar, falar, usar expressões, ver os gestos das outras crianças e as palavras associadas a tais gestos.

REFERÊNCIAS

CRUZ, F. M.; TAMANAHA, A. C. Do silêncio às ações corporificadas em interações de crianças com Transtorno do Espectro do autismo não-verbais. Calidoscópio, [S. l.], v. 19, n. 2, p. 209–223, 2021. DOI: 10.4013/cld.2021.192.04. Disponível em: http://revistas.unisinos.br/index.php/calidoscopio/article/view/22628. Acesso em: 19 jun. 2022.

LIMA, Cristiano. Sintomas sensoriais no transtorno do espectro autista: análise em crianças e adolescentes verbais e não-verbais. Orientador: Cleonice Alves Bosa. 2021. 48 f. Dissertação (Mestrado) – Programa de Pós-Graduação em Psicologia do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2021. Disponível em: https://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/233810. Acesso em: 19 jun. 2022.

19 Comments

  • Maria Ap. Oliveira
    Posted 27/07/2022 at 2:28 pm

    Bom dia. Meu neto tem 2 anos e 4 meses e ainda não fala. Está passando na fonoaudióloga e neurologista, suspeita de espectro autista, além de não falar, tem outras características compatíveis com TEA.

    • Solange
      Posted 27/07/2022 at 7:20 pm

      Olá Maria, tudo bem?

      Em nossos canais temos muitos conteúdos que vão te ajudar a entender melhor. Confira nosso canal no Youtube e nosso Blog e continue sempre de olho em nossas redes sociais! 💙

      Sol,
      Equipe NeuroSaber 💙

  • Natalia Ferreira Oliveira
    Posted 28/03/2023 at 8:22 am

    Meu filho e autista não verbal tem 7 anos e 11 meses, não é agressivo, reza pai nosso inteiro, canta algumas músicas da playlist e inteira e sabe até a próxima. Porém não sabe iniciar um diálogo. Tem crises com barulho e quando não consegue fazer algo (frustração) porém com choros e gritos, nunca agrediu.Ele ainda nessa idade conseguirá iniciar assuntos??? Sou mãe e médica com coração aflito. Estou fazendo vários cursos. Ah está na escolinha desde os 2 aninhos e é super sociável, nunca teve dificuldades de socializar.

    • Solange
      Posted 28/03/2023 at 12:10 pm

      Olá Natalia, tudo bem?

      É muito bom saber que você está buscando ajuda para entender e apoiar seu filho autista não verbal. Ainda que a capacidade de iniciar um diálogo possa ser desafiadora para algumas pessoas autistas, é importante lembrar que cada indivíduo é único e desenvolve habilidades em seu próprio ritmo.

      É encorajador que o seu filho seja sociável e demonstre interesse em interagir por meio de cantar e rezar. Além disso, o fato dele estar frequentando a escola pode ser benéfico para o seu desenvolvimento social. Continuar a apoiá-lo por meio de terapias e práticas que estimulem a comunicação pode ajudá-lo a desenvolver habilidades para iniciar diálogos no futuro.

      Algumas terapias que podem ser benéficas incluem a Terapia da Fala e a Terapia Ocupacional. O apoio de um psicólogo também pode ser útil para ajudar seu filho a desenvolver habilidades emocionais e lidar com situações frustrantes de uma forma mais tranquila. Lembre-se de que cada criança é única e, portanto, pode responder de maneira diferente às terapias e intervenções.

      Continue buscando conhecimento sobre o autismo e como apoiar seu filho. O fato de você ser médica pode ser uma vantagem, mas também é importante lembrar que seu papel principal como mãe é fornecer amor e apoio para seu filho. Não hesite em buscar ajuda de profissionais qualificados e em conversar com outras famílias que possam estar passando por situações semelhantes

      Sol,
      Equipe NeuroSaber 💙

  • Luciana correia Andrade
    Posted 05/04/2023 at 6:51 pm

    Hoje fiquei sabendo do diagnóstico do meu neto estou arrasada,ele é autista não verbal,falou q não tem cura essa palavra que mais me doeu,eu queria saber se ele vai falar?

    • Solange
      Posted 08/04/2023 at 3:11 pm

      Olá Luciana, tudo bem?

      Sinto muito pelo diagnóstico do seu neto. O Transtorno do Espectro Autista (TEA) pode ser uma condição desafiadora para os pais e cuidadores, mas é importante lembrar que as crianças com TEA têm habilidades e talentos únicos que podem ser desenvolvidos com o apoio adequado.

      É verdade que o autismo não tem cura, mas existem muitas terapias e intervenções que podem ajudar a melhorar a qualidade de vida e desenvolvimento da criança. Muitas crianças com TEA aprendem a falar com a terapia da fala e outros métodos de comunicação, mesmo que não seja da maneira convencional. Alguns podem precisar de mais tempo e ajuda para desenvolver a fala, enquanto outros podem nunca falar verbalmente, mas ainda assim podem se comunicar por meio de outras formas, como a linguagem de sinais ou dispositivos eletrônicos de comunicação.

      Cada criança com TEA é única e tem suas próprias necessidades e habilidades, por isso é importante trabalhar com profissionais qualificados para ajudar a identificar as melhores estratégias e terapias para ajudá-las a se desenvolver e alcançar seu potencial máximo. Não desista da esperança, pois muitas crianças com TEA fazem progressos significativos ao longo do tempo com o apoio certo.

      Sol,
      Equipe NeuroSaber 💙

  • Edna Ferreira de Assis Trarbach Trarbach
    Posted 06/04/2023 at 9:33 am

    Sou pedagoga e trabalho com alunos Tea gostaria de me profissionalizar voces dao essa formação.

    • Livia
      Posted 06/04/2023 at 5:06 pm

      Boa tarde Edna, tudo bem?

      Temos curso de profissionalização em TEA sim. Você pode entrar em contato com nossa equipe de suporte, por lá conseguimos te auxiliar.
      O email é: [email protected]

      Abraços,
      Equipe NeuroSaber

  • Dayana Xavier Borges
    Posted 13/04/2023 at 3:17 am

    Olá boa noite meu filho ele e autista não fala , ele e inquieto não para ele na olha quando vc chama o nome dele mais ele e muito inteligente para aprender as coisas . Mais e aí na hora dele no momento dele . Ele e agressivo as vezes não gosta de ou vir não . Mais também e muito carinhoso . Ele tem 3 anos . Anda não conseguir por ele na escola por que ainda não tinha laudo mais agora já tenho . Mais ele não fala nada 😞😞😞

    • Livia
      Posted 13/04/2023 at 6:03 pm

      Olá Dayana,

      Primeiramente agradecemos a confiança em compartilhar conosco!

      É importante lembrar que cada criança autista é única e pode ter necessidades e comportamentos diferentes. É muito bom que você já tenha obtido um laudo para o seu filho e isso pode ajudar na busca por tratamentos e apoios que possam ajudá-lo em seu desenvolvimento.

      O fato de ele ser inquieto e ter dificuldade em se comunicar verbalmente pode ser um desafio para você e para ele. No entanto, é possível utilizar outras formas de comunicação, como gestos, sinais ou recursos visuais, para ajudá-lo a se expressar. Além disso, existem terapias e tratamentos específicos para crianças autistas, que podem ajudar a desenvolver suas habilidades de comunicação, socialização e comportamento.

      A agressividade pode ser um comportamento comum em crianças autistas que têm dificuldade em se comunicar ou em lidar com situações que não compreendem. É importante procurar a ajuda de um profissional de saúde qualificado para lidar com essa questão. Eles podem ajudá-lo a identificar as causas da agressividade e a desenvolver estratégias para prevenir e gerenciar esses comportamentos.

      A escola pode ser um ambiente desafiador para crianças autistas, mas também pode ser uma oportunidade de desenvolvimento e socialização. Você pode procurar escolas que tenham programas especiais para crianças autistas e que ofereçam suporte para necessidades específicas. Além disso, é importante que a escola tenha profissionais capacitados e experientes em trabalhar com crianças autistas.

      Lembre-se de que você não está sozinho nessa jornada. Existem muitas organizações e grupos de apoio que podem ajudá-lo a obter informações e recursos para lidar com o autismo de seu filho! 💙

  • ANA PAULA NERES DA SILVA
    Posted 20/04/2023 at 11:01 pm

    Boa noite meu nome é Ana Paula sou mae da helena não tenho o diagnóstico dela ainda mais tudo indica que ela e autista só não sei se ela E autista não verbal pois ela tem 3 anos e não fala só resmunga e grita ela e super agitada entende tudo que eu falo ela nao fala e tudo que ela quer ela leva aonde está e também quando quer algo ela machuca a gente belisca morde. Ela e uma criança carinhosa com os adultos porém com outras crincas que fica muito perto dela ela bate ela nao gosta. Em na escolinha fica no canto dela não gosta muito de barulhos a não ser das músicas dos desenhos dela ela gosta muito de desenhar de riscar as paredes de casa e gosta muito de figuras de livros.

    • Solange
      Posted 25/04/2023 at 6:58 pm

      Olá, Ana Paula, tudo bem?

      É importante lembrar que somente um profissional qualificado pode fazer um diagnóstico preciso do autismo ou de qualquer outra condição médica ou comportamental. No entanto, com base na descrição que você deu da sua filha, pode ser possível que ela apresente sinais de autismo, especialmente considerando sua idade e a falta de fala. No entanto, é possível que ela também tenha outras condições ou que seu desenvolvimento esteja atrasado por outros motivos.

      Se você ainda não consultou um profissional de saúde para avaliar sua filha, seria importante agendar uma consulta com um médico, psicólogo ou terapeuta especializado em autismo para que possa ser feita uma avaliação mais precisa da condição dela e identificar possíveis necessidades e tratamentos.

      Enquanto isso, você pode considerar algumas estratégias para ajudar a sua filha a se sentir mais confortável em diferentes ambientes e situações. Por exemplo, pode ser útil criar um ambiente calmo e tranquilo em casa para ajudá-la a relaxar, reduzir o número de estímulos sensoriais, como luzes brilhantes e barulhos altos, e proporcionar atividades que ela goste e sejam agradáveis para ela. Você também pode explorar opções de terapia ocupacional e fonoaudiologia, que podem ajudar a desenvolver habilidades de comunicação e melhorar o comportamento.

      Lembre-se de que cada criança é única e pode ter necessidades diferentes, por isso é importante trabalhar em conjunto com um profissional qualificado para encontrar as melhores opções de tratamento para sua filha. Espero ter ajudado!

      Sol,
      Equipe NeuroSaber 💙

      • ANA PAULA NERES DA SILVA
        Posted 27/04/2023 at 9:29 pm

        Boa noite sim ajudou muito sim. Ela vai passa com a neuropediatra já esta marcado. Ela ja faz a fono na PAE. Obrigada de coração

        • Vasthy
          Posted 26/05/2023 at 2:58 am

          A equipe Neurosaber está de parabéns pela forma que aborda esses conteúdos, as dicas são ótimas, vou usar na sala de aula para ajudar meu aluno de 5 anos com laudo de TEA.
          Observei que ele gosta de música, então vou usar na rotina, para ir ao banheiro, tomar lanche e outras atividades, amei também a ideia dos cartões pra sinalizar o que vamos fazer, já que ele é Não-verbal.
          Depois volto aqui pra contar como foi essa experiência, afinal sou apenas Pedagoga.
          Muito obrigada a equipe por disponibilizar conhecimento para nós.
          Grata.

          • Jhulli
            Posted 29/05/2023 at 2:17 pm

            Nós agradecemos pelo carinho e esperamos que possamos continuar trazendo cada vez mais conhecimentos para vocês!

            Volte e nos conte como foi a experiência, por favor!

            Jhulli, Equipe NeuroSaber 💙

  • Anádia Mariza Siwomwenyo Corrente
    Posted 26/05/2023 at 4:00 pm

    Olá boa tarde, falo apartir de Angola
    Estou com um aperto no coração pelo meu filho ele tá com 1ano e 9meses e não quase nada só balbucia e diz mamã e papá de vez em quando, é uma criança super comunicativa gosta de brincar com outras crianças é super feliz a minha preocupação só está mesmo na fala, estou super preucupada.Desde já agradeço

    • Jhulli
      Posted 29/05/2023 at 7:40 pm

      Olá Anádia, tudo bem?

      Entendo sua preocupação em relação à fala do seu filho. Se você está preocupada, é recomendável que você consulte um profissional da área de saúde, como um pediatra ou fonoaudiólogo, para avaliar a situação.

      Esses especialistas podem realizar uma avaliação completa do desenvolvimento da linguagem do seu filho e identificar se há algum atraso ou problema específico. Eles também podem fornecer orientações e estratégias para estimular a fala e a comunicação da criança em casa.

      Espero que encontre a ajuda que precisa!

      Jhulli, Equipe NeuroSaber 💙

  • Sueli Bastos De souza Dias
    Posted 21/06/2023 at 12:08 am

    Tenho um sobrinho com 2 anos, só se comunica por sinal, isso pode ser autismo?

    • Jhulli
      Posted 04/07/2023 at 1:47 pm

      Olá Sueli, tudo bem?

      A comunicação por sinais em crianças pequenas pode ser um indicador de um possível atraso no desenvolvimento da linguagem ou de outras dificuldades de comunicação.

      Se você suspeita que seu sobrinho possa estar no espectro do autismo ou apresentar algum atraso no desenvolvimento, é importante procurar a avaliação de um profissional de saúde, como um médico ou psicólogo especializado em desenvolvimento infantil. Esses profissionais podem realizar uma avaliação completa e fornecer um diagnóstico adequado, se necessário, além de recomendar intervenções e apoio apropriados para o desenvolvimento da criança.

      Lembre-se de que somente um profissional de saúde qualificado pode fazer um diagnóstico preciso. Portanto, é importante buscar a orientação de um especialista.

      Jhulli, Equipe NeuroSaber 💙

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