Como lidar com crianças hiperativas (TDAH)?

Como lidar com crianças hiperativas é uma das principais dúvidas de pais e professores quando se deparam com comportamentos intensos, impulsivos e de difícil autorregulação. No contexto do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), a hiperatividade é uma das manifestações centrais do déficit de atenção com hiperatividade, podendo impactar a rotina familiar, o ambiente escolar e as relações sociais.
Para compreender melhor o funcionamento geral do transtorno, recomendamos a leitura de O que é TDAH?.
Neste artigo, o foco está na condução prática: como organizar o ambiente, estruturar rotinas e fortalecer habilidades de autorregulação sem reforçar conflitos ou estigmas.
Conteúdo
Compreendendo a hiperatividade no TDAH
A criança hiperativa costuma apresentar:
- excesso de movimentação corporal
- dificuldade em permanecer sentada
- impulsividade nas respostas
- dificuldade em esperar sua vez
- agitação constante
Esses comportamentos não se resumem a “falta de limites”, mas podem estar relacionados a alterações na autorregulação, no controle inibitório e nas funções executivas.
É importante destacar que a hiperatividade pode se manifestar de forma diferente ao longo do desenvolvimento e pode variar de intensidade entre crianças com TDAH.
O poder da comunicação eficaz
Ao lidar com crianças hiperativas, a comunicação precisa ser:
- direta
- objetiva
- breve
- clara
Falar olhando nos olhos, utilizar frases curtas e dar uma instrução por vez favorece a atenção sustentada. O uso de tom agressivo ou gritos tende a aumentar a ativação emocional, dificultando ainda mais a autorregulação.
A comunicação eficaz ajuda a reduzir conflitos e fortalece o vínculo, elemento essencial para o desenvolvimento socioemocional.
Estabeleça uma rotina estruturada
A organização do ambiente é um dos pilares no manejo do TDAH com predominância hiperativa. Estratégias estruturadas no contexto educacional ajudam a reduzir a impulsividade, melhorar a autorregulação e favorecer o desempenho acadêmico.
Uma rotina estruturada deve incluir:
- horários previsíveis
- divisão clara entre estudo e lazer
- tarefas fragmentadas
- antecipação de mudanças
Para profissionais da educação que desejam aprofundar estratégias práticas e baseadas em evidências para o contexto escolar, vale conhecer o programa TDAH na Escola, que aborda intervenções pedagógicas aplicáveis à sala de aula.
Tabela: Situações comuns na hiperatividade e como lidar de forma construtiva
| Situação comum no dia a dia | Como agir de forma adequada | O que evitar |
| Criança muito inquieta ou agitada | Falar olhando nos olhos, dar instruções curtas e claras, pedir que repita o que entendeu | Gritar, dar várias ordens ao mesmo tempo ou usar tom agressivo |
| Dificuldade em obedecer regras | Estabelecer combinados simples, reforçar positivamente quando cumprir | Aplicar punições desproporcionais ou mudar regras constantemente |
| Excesso de energia | Estimular prática regular de atividades físicas estruturadas | Repreender apenas o movimento sem oferecer alternativa |
| Impulsividade verbal (interromper, responder antes da hora) | Ensinar a fazer pausa antes de falar e modelar comportamento adequado | Rotular a criança como “mal-educada” ou “sem limites” |
| Resistência às tarefas escolares | Dividir atividades em pequenas etapas e oferecer apoio inicial | Exigir execução longa sem pausas ou supervisão |
| Conflitos com irmãos ou colegas | Mediar diálogo e ensinar habilidades sociais | Isolar a criança ou reforçar sentimento de exclusão |
A previsibilidade reduz a sobrecarga cognitiva e ajuda a criança a compreender expectativas. Esse tipo de organização também impacta positivamente o desempenho escolar e o comportamento em sala de aula. Para entender como a hiperatividade pode interferir no processo de aprendizagem, recomendamos também a leitura de TDAH: Dificuldades de Aprendizagem na Escola.
Para compreender como o ambiente escolar influencia o comportamento, recomendamos a leitura sobre engajamento escolar no TDAH.
Estimule atividades físicas: canalizando energia
A prática de atividades físicas é uma estratégia relevante para crianças com hiperatividade. O movimento estruturado:
- favorece disciplina
- melhora percepção corporal
- contribui para autorregulação
- reduz tensão acumulada
A atividade física não “cura” o transtorno de déficit de atenção, mas pode funcionar como ferramenta complementar na organização comportamental.
Construa laços sociais e vínculo familiar
Uma consequência possível da impulsividade e hiperatividade é o isolamento social. A criança pode ter dificuldade em manter amizades devido à interrupção constante, dificuldade em esperar turnos ou intensidade emocional.
Nesse contexto, a família exerce papel central:
- fortalecer autoestima
- promover inclusão
- estimular habilidades sociais
- modelar comportamentos adequados
O suporte emocional consistente reduz impactos negativos na autoconfiança.
Psicoterapia e suporte especializado
A compreensão da autorregulação no ambiente escolar é aprofundada no artigo sobre <a autorregulação emocional no TDAH, que explora como emoções e comportamento se articulam no cotidiano educacional:
- estratégias de controle da impulsividade
- habilidades sociais
- autorregulação emocional
- organização comportamental
O acompanhamento especializado não substitui o papel da família e da escola, mas complementa o processo.
É importante lembrar que cada caso exige avaliação individualizada. Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação clínica.
O que evitar ao lidar com crianças hiperativas
Algumas condutas podem agravar a situação:
- punições excessivas
- exposição pública do erro
- comparações com outras crianças
- interpretações morais do comportamento
A hiperatividade no TDAH está relacionada ao funcionamento neurobiológico e não à falta de caráter ou intenção.
Considerações finais
Lidar com crianças hiperativas exige:
- compreensão do funcionamento do TDAH
- organização do ambiente
- comunicação eficaz
- rotina estruturada
- suporte emocional consistente
Quando família e escola atuam de forma articulada, é possível favorecer desenvolvimento acadêmico, social e emocional, reduzindo conflitos e fortalecendo a autonomia.
Perguntas Frequentes sobre como lidar com crianças hiperativas (TDAH)
O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é uma condição do neurodesenvolvimento. É uma condição que pode envolver desatenção, impulsividade e hiperatividade, afetando aspectos como concentração, organização e autorregulação.
Muitos pais se perguntam se o filho é apenas agitado ou se há algo além disso. É normal que crianças sejam ativas, tenham muita energia ou fiquem inquietas em determinados momentos. O que diferencia o TDAH é a persistência dessas características e o impacto no cotidiano — em casa, no colégio e na convivência com outras pessoas, como irmão, colegas e professores.
Quando os comportamentos interferem de forma significativa no desenvolvimento, pode surgir a necessidade de avaliação profissional.
A melhor forma é comunicar com clareza, paciência e linguagem adequada à idade da criança ou adolescente. Explique que o TDAH é uma condição, que envolve algumas características específicas do funcionamento cerebral, mas que não define quem ele é.
Peça que a criança compartilhe como se sente e oriente sobre maneiras práticas de organizar a rotina. O objetivo é fortalecer autoestima e segurança. Conversas abertas ajudam o filho a conseguir compreender o que está acontecendo e a participar do processo de forma mais ativa.
É necessário procurar um especialista quando os sinais persistem e geram prejuízo no ensino, nas relações familiares ou na socialização. Se a criança apresenta dificuldade constante de concentração, dificuldade em obedecer regras ou lidar com frustrações, pode ser indicado buscar orientação.
Procure um especialista qualificado — como psicólogo, neuropediatra ou psiquiatra infantil — para avaliação cuidadosa. O pediatra também pode orientar os primeiros passos.
Informações confiáveis sobre o assunto devem ser buscadas em fontes seguras, como site ou blog de instituto reconhecido na área de educação e saúde infantil.
Nem sempre. O TDAH geralmente exige abordagem individualizada. Em muitos casos, intervenções comportamentais, organização da rotina e apoio escolar já promovem avanços importantes.
Quando há indicação médica, o tratamento pode incluir medicação, sempre com acompanhamento adequado. A decisão deve considerar cada caso específico, respeitando as necessidades da criança.
Algumas estratégias podem ajudar:
Estabelecer rotina previsível
Dividir tarefas em pequenas etapas
Dar instruções claras e objetivas
Reforçar comportamentos adequados
Estimular atividades físicas para canalizar muita energia
Essas maneiras favorecem a organização e autorregulação. A paciência é um fator essencial. A melhor forma possível de ajudar envolve constância, apoio emocional e coerência nas orientações.
O ambiente escolar deve equipar professores com estratégias adequadas para apoiar estudantes com TDAH. O colégio pode:
Organizar rotina clara
Reduzir distrações
Utilizar instruções objetivas
Adaptar atividades quando necessário
A comunicação entre família e escola é fundamental. Comunicar o que funciona em casa ajuda a alinhar estratégias. A parceria favorece o desenvolvimento acadêmico e social.
Sim. O TDAH pode acompanhar o indivíduo ao longo do desenvolvimento. Na adolescência, algumas manifestações mudam. A hiperatividade motora pode diminuir, mas dificuldades relacionadas à organização e concentração podem permanecer.
O acompanhamento adequado ao longo das fases da vida contribui para melhor adaptação às novas demandas.
Sim. Organização do sono e alimentação equilibrada podem impactar positivamente concentração e regulação emocional. Estabelecer horários regulares e reduzir estímulos antes de dormir pode ajudar a criança a se organizar melhor.
Busque conteúdos disponíveis em institutos reconhecidos, publicações científicas e profissionais qualificados.
Muitos pais encontram informações em blog e site especializados, mas é importante verificar a credibilidade da fonte. Informação baseada em evidências ajuda a compreender melhor o tema e tomar decisões mais seguras.
Referências científicas
BARKLEY, Russell A. Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade: manual para diagnóstico e tratamento. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2015.
AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM-5-TR. 5. ed. rev. Porto Alegre: Artmed, 2022.
FARAONE, Stephen V. et al. Attention-deficit/hyperactivity disorder. Nature Reviews Disease Primers, v. 1, 2015.WORLD HEALTH ORGANIZATION. International Classification of Diseases 11th Revision (ICD-11). Geneva: WHO, 2019.

36 Comments
Mesmo de muito longe adoro acompanhar seus vídeos e comentários. O doutor e a doutora Luciana esclarecem muito minhas dúvidas e me ajudam também a lidar com o TDAH e TOD do Frederico. Quando formos para Arapongas marcarei uma consulta com vcs.Um forte abraço. Andréia e Fabrício Soares Nunes!
Olá, Andréia! Ficamos profundamente gratos com a confiança em nosso trabalho!
Obrigada por nos acompanhar!
Entre em contato com nossa equipe para contato de agendamento de consulta, se necessário!
Obrigada!
Adorei os comentarios.
Queria uma ajuda, descobrimos que meu filho de 8anos tem autismo. Nao sei como falar pra ele? ou se devo
Olá Darly ,
Acesse nossos canais, temos muitas informações importantes lá que podem ter respostas a todas as suas dúvidas. Vale a pena conferir!!!
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quem é o autor desse artigo
Estamos precisando exatamente de orientações nesse campo, porque temos um netinho com 03 anos de idade, que ainda não foi definido seu quadro: se de hiperatividade ou outra situação neurológica. O fato é que ele ainda não fala normalmente e é muito agitado e relativamente agressivo com as pessoas.
Olá Luiz , tudo bem ? Sem avaliação não podemos dar uma orientação precisa sobre caso .
É importante buscar um especialista para lhe dar melhores informações e orientação para uma intervenção.De qualquer forma , temos conteúdos no youtube.com/neurosabervideos e também em nosso blog que podem te ajudar em muitas questões.
Boa noite tenho um neto imperativo de 6 anos não sei como lidar com ele,me ajudem.
Olá Cleide,
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Atenciosamente,
Equipe NeuroSaber
Tenho um filho que hoje tem 14 anos, quando pequeno aparentava ser uma criança normal mais a medida que foi crescendo notei seu comportamento muito alterado. Ele é muito agitado, ao falar tenho que pedi pra ele repetir o que ele falou pois fala com muita rapidez numa agitação que pra mim não é normal. Eu sofro de depressão e tomo remédios controlados e tento ter paciência ele é agitado demais desde a hora que acorda até a hora em que vai dormir. A noite é pior ele fica inquieto, agitado fica andando de um lado pro outro mexe em tudo fica batendo os pés na parede abre e fecha gavetas e quando está com raiva chega a me assustar às vezes eu espero a hora que ele vai dormir pra poder tomar minha medicação pra poder dormir também eu não estou mais conseguindo lidar com isso.
Olá Daniella,Eu adoraria ajudar você, mas não tenho autonomia para isso. Trabalho com a parte do suporte do Instituto NeuroSaber e auxilio os alunos com dificuldade de acesso a plataforma de ensino.
Recomendo que procure por um profissional adequado.
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Instituto NeuroSaber
Boa tarde muitas são as aflições dese mundo mas Jesus pode dar vida e paz em abundância pesa a alguém amigos parentes familha q orem pela vida de vcs procure Uma igreja um pastor vai le orientar sobre ISO pós pelo Que vc falou aiiii e mas espiritual a vida de vcs pós já tive mesmo poblemas hj sou livre e curado para. Glória do nome de Jesus.detalhe minha mãe tinha mesmo poblema q seu Jesus chega algo acontece Deus abesoe
Doutor meus filhos 8e 6 eu acho que é imperativo eles são ajidado não para meche entudo nao para creto será que é só fazem que logo vai passar está parecendo um pessadelo que logo vai passar que medicamento que eu devo dar porfavou
Olá Kelly,tudo bem?Sem avaliação não podemos dar uma orientação precisa sobre caso .
Esse comportamento pode ser por muitos motivos diferentes. Temos muitos conteúdos que podem te ajudar a entender melhor isso. Acesse youtube.com/neurosabervideos que podem te ajudar.
Orientamos que procure um especialista pessoalmente para lhe dar melhores informações e orientação assertiva sobre caso do seu filho.
Atenciosamente
Equipe NeuroSaber
Olá!
Sou Camila, mae do Pedro de 11 anos que apresenta TDAH combinado.
Agora em quarentena e juntos 24h, tem sido um desafio gigantesco lidar com certos comportamentos. Tenho procurado ler mais sobre o assunto, além dos encontros virtuais com a psicóloga.
Tenho bastante claro que vários de seus comportamentos está relacionado com o transtorno. Porém meu esposo (me casei há alguns meses) sempre questiona o fato do Pedro ter 11 anos e nao ser mais uma crianca de 4/5 e continuar apresentando certos comportamentos. A dúvida dele é O QUE É TRANSTORNO E O QUE É DO PEDRO, já que ele diz que na maioria das vezes, procuro justificar, dizendo que diferentes comportamentos sao inerentes ao TDAH. Como disse, está sendo um desafio tentar equilibrar as relacoes, por isso gostaria que me ajudassem com mais informacoes ou onde posso conseguir que seja uma fonte segura.
Desde já agradeco a atencao!
Olá Camila,
Primeiramente obrigada pela confiança!🙏
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Bom dia me chamo Daniele sou mãe do Miguel 8 anos, portador do Transtorno Déficit de Atenção e Hiperatividade, devido a pandemia as aulas escolares, atividades estão tornando nossa convivência ainda mais difícil, ele não consegue acompanhar o caminhão de atividades que é despejado encima de nos, e eu realmente já não sei mais como lhe dar com está situação, ele é um pouco agressivo, acredito que seja por minha culpa, pois eu gritava quando estava nervosa isso deve ter desencadeado este comportamento nele, eu não sabia desta condição, ele começou a apresentar mais ainda sintomas após os 6 anos porém não sabíamos o que era pois na.mesma época tive outro filho e acreditávamos que o comportamento exagerado tratava de ciúmes, mais após isso ele não melhorou, aliás até parece que ele está piorando, e tende a ser negativo com ele mesmo, mesmo eu sempre corrigindo e falando o quanto ele é inteligente, mais ele é desastrado e debatendo e tudo o que pedem ele ou não faz ou não termina de fazer, eu estou cansada de birras das pessoas julgarem , e dizer que sou uma péssima mãe e nao sei impor limites, estou extremamente cansada e não seu mais o que fazer, eu tenho outras duas crianças que dão trabalho por serem pequenas e a minha do meio que tem 2 anos e meio esta investigando traços de autismo, então esta muito difícil conseguir lhe dar com as birras do Miguel. Gostaria de entender e compreender mais está condição.
Olá Daniele,
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Sou Fábia mãe de João Miguel de 4 anos doutor eu não consigo lidar com essa situação Estou bastante esgotada nervosa João não para o dia todo acorda 5 horas da manhã não para para comer roda a casa o dia todo com controle remoto na mão tá bastante teimoso e desobediente agressivo não obedece regras ele fala muito alto tem muita dificuldade para ouvir na escola e tem baixo rendimento eu coloquei na escola com um ano e meio mas a professora sempre reclama que ele não consegue se concentrar não consegue fazer as atividades ele não tem noção de perigo e atravessa acidente da Travessa Abre o portão sai para Rua correndo derrama as coisas derramar leite é uma manteiga e faz muita coisa assim que eu já tô sem paciência eu estou com encaminhamento para o neuropediatra Mas eu moro aqui em Salvador Bahia ainda não consegui essa especialidade’ vivo cansada esgotada sou mae solo tive sair do trab pra cuidar dele
Olá Fábia,
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Olá boa Noite!! Meu nome é Luana mãe do Artbur de 3 Anos… Então por onde posso começar . Entao vamos lá.
O Arthur é uma Criança que não Para, ele não Consegue ficar Sentado um Só Minuto, ele ver Objetivos ele começa a Mecher sem limites. Por Más q agente Conversa com ele Explicando pra ele que não Pode Mecher ele nao Escuta.. Pra ele ate hj é como td fosse ainda Novidade… ele não tem Entendimento. Depois vai lá e faz tudo de Novo… Ele não fala Direito, Pode pedir sim. Água, Mama, Mas ele não sabe juntar frases pra pedir algo. Do Tipo: Mamãe quero Mamar”. Ele não pode ver rua, Eu morro de medo dele correr em cima dos Carros, creio pra mim que ele não tem noção do Perigo. Ele é muito Nervoso.. Não sei oque fazer… Não sei qual Primeiro Passo que Dou, Se eu Proucuro um a pediatra pra contar oque se passa. Ou um Especialista… As vezes ele assiste Desenho e do nada ele ve uma Parte Divertida do Desenho e começa a Chorar…Preciso de Ajuda, Não sei oque fazer. Qual Passo eu Dou?
Olá Luana,
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Nesses casos orientamos buscar um especialista (Neurologista Infantil) pessoalmente para lhe dar melhores informações e orientação assertivas sobre o caso.
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Equipe NeuroSaber
Tenho uma garota de sete anos desde novinha percebemos esse problema nela mas os médicos falava que era nós que éramos estresados hoje ela está na escola infelizmente as coisas só estão piorando pois ela tem certas atitudes que não são saudáveis mente descaradamente não sente remorso acusa as outras pessoas de coisas que ela faz e tenho a impressão que tem instintos perversos o que posso fazer pra ajudá-la
Olá Kelli, tudo bem?
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Sol,
Equipe NeuroSaber 💙
Agradeço pela postagem. Intuitivamente e pela experiência com meu miúdo, hoje com 6 anos e portador de TDAH, sublinhem o H, já sentia necessidade de seguir algumas das instruções aqui mencionadas.
Não é fácil viver com uma criança assim em tempos de pandemia e lockdown.
Agradeceria por mais postagens.
Olá Ricardo,
Que bom! Ficamos felizes em sempre poder auxiliá-los!
Atenciosamente,
Equipe NeuroSaber
Olá. Eu tenho um filho de 5 anos, ele me contraria em tudo, é super ativo, tem falta de concentração. O que me aconselham ?
Olá Jaqueline,
Primeiramente obrigada pela confiança!
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Olá. Eu tenho um filho de 5 anos, ele me contraria em tudo, é super ativo, tem falta de concentração. O que me aconselham ?
Obrigada
Olá, quero receber dica de como impor limites na crianças. O meu filho tem 5 anos.
Meu filho está muito agressivo , e nervoso não aceita algumas coisas , e começa a bater nas coisas, me bate as vezes , e eu acabo perdendo a paciência e bato nele , pq as vezes parece que é pirraça o que eu devo fazer , já levei ao neuro passou um remédio mais não sei como lidar com essa situação em casa
Olá Caroline, tudo bem?
Compreendo a sua situação e entendo que não seja fácil, a informação técnica e de qualidade seguida do diagnóstico de um profissional responsável é a melhor forma de lidar com esse tipo de situação. Temos conteúdos disponíveis em nosso site e canal do Youtube acerca da temática, vale a pena conferir: https://youtube.com/neurosabervideos
Sol,
Equipe NeuroSaber 💙
Boa noite eu tenho um filho de 7 anos e ele tem muita dificuldade em obedecer ordens tanto em casa e na escola estou levando em uma psicóloga ela só disse que ele é imperativo mas não adianta o tratamento com ela quero saber como lidar ele na escola implica com alguns colegas a professora disse que vão pedir para mudar de colégio pois as outras mães reclamam dos atos dele e não demonstram paciência com ele só quer atenção toda hora dela eu não sei como lidar com esse problema.sou de São Gabriel RS
Olá Jeferson, tudo bem?
Primeiramente agradecemos pela confiança! Nesses casos orientamos buscar um especialista em neurologia infantil pessoalmente para lhe dar melhores informações e orientação assertivas sobre o caso. De qualquer forma, temos conteúdos no youtube.com/neurosabervideos e Artigos em nosso Blog: http://www.neurosaber.com.br/artigos que podem te ajudar em muitas questões.
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Sol,
Equipe NeuroSaber 💙