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Funcionamento cerebral no processo de aprendizagem infantil

Nos últimos anos, a ciência aplicada à aprendizagem infantil deu passos significativos, especialmente no entendimento de como o cérebro das crianças processa informações.

Apartir dos anos 90, avanços tecnológicos em neuroimagem, como Ressonância Magnética Funcional e PET-SCAN (Tomografia por Emissão de Prótons e Tractografia), possibilitaram uma compreensão mais detalhada da relação entre a ativação cerebral e as atividades realizadas pelas crianças. 

Essa evolução permitiu que estudiosos saíssem das hipóteses das décadas anteriores e chegassem a conclusões fundamentadas pela neurociência nas últimas décadas.

Neste artigo, vamos explorar essas conexões e mostrar esses avanços.

Processo de aprendizagem infantil:  Resumo do estudo detalhado

A inter-relação e os resultados observados permitiram aos estudiosos e especialistas saírem das hipóteses geradas nos anos 60 a 80 em  direção a algumas certezas e evidências bem fundamentadas pela neurociência na aurora dos anos 2000-2010.

Especialmente no que tange à aprendizagem da leitura e da escrita, toda esta repaginação metodológica e consequente atualização.

Além disso, trouxeram uma visão bem mais clara no sentido de entender como funcionam os processos de aprendizagem por meio destas habilidades e quais habilidades cognitivas são mais significativas e protagonistas como mediadoras desses processos. 

Porém, trouxeram de forma mais coercitiva e definitiva a ideia de que a leitura e a escrita são resultado mesmo de uma complexa e obrigatória integração de várias regiões cerebrais onde cada área é responsável por contribuir para uma etapa em paralelo e em sequência no sentido do cumprimento adequado de ambas as habilidades.

Funcionamento cerebral no processo de aprendizagem infantil: considerações

Esta revelação permitiu à comunidade científica fazer novas inferências e concluir novas hipóteses – desta vez mais concretas – acerca de como o cérebro aprende.  

Neste sentido, temos que a aprendizagem infantil depende de fatores genéticos e ambientais onde ambas, em intensa coexistência, influenciarão o como e com que eficácia este cérebro perceberá, integrará e elaborará informações, assim como todo este processo deve ocorrer para que novas memórias e novas aprendizagens mais complexas venham a  acontecer. 

Portanto, muitas habilidades, mais básicas e melhor aprendidas em algumas idades, podem ser essenciais como requisito para novas e mais sofisticadas aprendizagens, como por exemplo, a aquisição de habilidade fonológica como ponto inicial fundamental para a compreensão de leitura dando pistas importantes para consensos e projetos direcionados às políticas de alfabetização.

Conclusão do estudo

Constantes trabalhos com estes atributos e instrumentos de pesquisa têm revelado que a falta de determinadas conexões neurofuncionais podem impedir que crianças consigam normalmente adquirir determinadas aprendizagens.

Além disso,  possíveis déficits relacionados a estas áreas, geram, portanto, disfunções que podem resultar em transtornos de desenvolvimento e/ou de aprendizagem. Sendo exemplo disso, a Dislexia, que é um problema genético que afeta as conexões entre áreas do cérebro responsáveis pela leitura, prejudicando a compreensão e fluência. 

Portanto, o professor não pode ser responsabilizado por esse fracasso, mas ao entender o funcionamento do cérebro de um disléxico, ele pode fazer adaptações curriculares para ajudar a criança a expressar seu potencial.

Em conclusão, a neurociência tem desempenhado um papel fundamental na promoção da inclusão e do sucesso acadêmico de mais crianças, ao possibilitar o acesso a novas propostas didáticas e materiais criativos. Além disso, tem contribuído para a atualização de paradigmas educacionais e para a incorporação de novas tecnologias no cotidiano das escolas e das famílias.


Referências:

https://www.famema.br/site_ensino/ensino/pdd/docs/ofuncionamentodocerebronoprocessodeaprendizagem.pdf

https://www.mpsp.mp.br/portal/page/portal/cao_civel/aa_ppdeficiencia/aa_ppd_educacaoinclusiva/Artigo%20Leonor%20Guerra%20Neurociencia%20e%20educa%C3%A7%C3%A3o.pdf

CRESPI, Livia; NORO, Deisi; NOBILE, Márcia Finimundi. Neurodesenvolvimento na Primeira Infância: aspectos significativos para o atendimento escolar na Educação Infantil. Ensino em Re-Vista,  Uberlândia ,  v. 27, n. spe, p. 1517-1541,  dez.  2020 .   Disponível em <http://educa.fcc.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1983-17302020000401517&lng=pt&nrm=iso>. acessos em  23  fev.  2024.  Epub 29-Jun-2023.  https://doi.org/10.14393/er-v27nea2020-15.

97 Comments

  • Creuza
    Posted 20/09/2016 at 9:21 am

    Como elaborar as atividades para essas crianças e muito difícil. Com poderei ajudar no seu dia à dia.

  • Keila Araujo
    Posted 20/09/2016 at 9:23 am

    Adorei o artigo. Achei muito rico, muito interessante.
    Aprendi muito.
    Parabéns!!

  • Maria Rosa Novello
    Posted 20/09/2016 at 9:27 am

    Estou gostando muito dos textos. Sempre aprendendo.

  • MARIA SOUZA
    Posted 20/09/2016 at 9:43 am

    Conhecimentos científicos que me orientam na minha jornada profissional.

    • Livania
      Posted 02/09/2020 at 1:55 pm

      Gostaria de focar sobre a influência do segundo cérebro que é o intestino sobre as dificuldades de aprendizagem.

  • Fátima santos
    Posted 20/09/2016 at 9:45 am

    Eu estou gostando muito sei que vou ter grandes aproveitamento

  • Regina Ravelli
    Posted 20/09/2016 at 9:46 am

    estou maravilhada com estes textos.

  • ivana
    Posted 20/09/2016 at 9:54 am

    Adorei ☺
    Amo neurociencia
    mais agora que compreendi melhor os temas de estudo
    bgda.bjs

    • Arlene Ribeiro da Cruz Santos
      Posted 24/09/2016 at 8:30 pm

      Que maravilha, a cada linke que leio,me sinto muito feliz ,Pois os textos estão sendo um excelente aprendizado.bjs Boa noite!!

  • Felicia
    Posted 20/09/2016 at 10:01 am

    Tenho uma menina de 5 anos a escola fala que ela Não se concentra porém ja reconhece algumas letras os números não reconhece nada a escola encaminhou Ela para psiquiatra por ainda viver no mundo das fadas

    • Elinai
      Posted 25/09/2016 at 10:27 am

      Felicia, sou mãe de criança com déficit de aprendizagem. Tive esse msm problema, com o agravante de que a escola negava o problema.
      Eu aconselho procurar um neuro pediatra e também uma professora alfabetizadores. Com 5 anos, ela deverá ler e escrever.
      Tive grande prejuízo com a minha filha por não ter feito tudo no tempo certo.
      Espero que ela não tenha nada disso.

  • Maria Sueneide de Lima
    Posted 20/09/2016 at 10:38 am

    Estou amando esses textos que está sendo enviado para mim. Eu estava muito ociosa porque estou em tratamento médico, fui diagnosticada com câncer de mama, Graças a Deus eu estou bem, mais não posso fazer muitas coisas. No entanto a melhor coisa que fiz foi me escrever na 1a Jornada Neuro Saber e receber de vocês esses artigos, pois além de me deixar atualizada me tirou do ócio. Sou Pedagoga com especialização em Psicopedagogia e Assistente Social com especialização em Saúde Pública. Estou tão empolgada que estou pensando em futuramente fazer outra especialização abordando o tema e quem sabe mestrado, doutorado. KKKKKKKKKKKk. Beijooossss.

    • Railda Dos Santos mARQUES
      Posted 20/09/2016 at 9:41 pm

      PARABÉNS MARIA SUENEIDE,JESUS ESTARÁ SEMPRE TE ABENÇOANDO,CONTINUA ASSIM FIRME E FORTE NAS SUAS CONQUISTA ABRAÇOS!(RAILDA MARQUES)

      • Railda Dos Santos Marques
        Posted 20/09/2016 at 9:50 pm

        Os textos são riquíssimos e está ajudando a ampliar meus conhecimento!

  • Liana
    Posted 20/09/2016 at 10:44 am

    Estou amando esses textos ,tenho aprendido muito.

  • leilácollares
    Posted 20/09/2016 at 11:13 am

    muito importante alertar aos professores que não são os culpados pelo fracasso na aprendizagem da leitura e da escrita de uma criança mas é fundamental que tenha conhecimento na área da neurologia e aprendizagem para perceber as questões de cada aluno e trabalhar com métodos e técnicas que os atenda e garanta seu aprendizado. Muito importante essa relação exposta no texto.

  • Lindinalva Araujo Guimarães
    Posted 20/09/2016 at 11:17 am

    Bom dia!
    Estou cursando pós em educação especial com ênfase em DI , e seus textos estão ajudando muito.
    Obrigada!

  • Gisele
    Posted 20/09/2016 at 11:19 am

    O texto é muito interessante, gostaria de saber como detectar cada um dos vários problemas advindos da falta de conexões neuro funcionais.

  • MARENISE
    Posted 20/09/2016 at 11:20 am

    Está sendo importante compreender que “a contribuição cada vez mais ampla e exponencial da neurociência e de suas exposições no campo do funcionamento cerebral tem favorecido a era inclusiva, pois tem trazido novas concepções com meios mais eficazes de acesso às novas propostas didáticas facilitando a adoção de novos e criativos materiais”.

  • fabiana oliveira
    Posted 20/09/2016 at 11:22 am

    Muito enriquecedor esse texto. Estou chegando agora, mas percebo que o material do neurosaber é selecionado no intuito de somar conhecimento… Parabéns aos organizadores de tudo.

    • Cileda da Costa
      Posted 20/09/2016 at 8:59 pm

      Texto muito bom e nos alerta que nos práticas devem ser utilizadas.
      Grata.

  • Sônia Marvulo
    Posted 20/09/2016 at 11:29 am

    Muito bom o texto !! Agradeço pela gratuidade de informação!

  • Valdeni T. S. Silva
    Posted 20/09/2016 at 11:38 am

    Os textos são de excelente qualidade, acrescentam conhecimento com uma linguagem simples e acessível. Compartilhando com meus alunos de psicologia!
    Atenciosamente. Valdeni

  • Ana Célia
    Posted 20/09/2016 at 11:59 am

    Amo ler os textos. São esclarecedores. Nos ajuda com a nossa prática. Compartilho todos.

  • Marilena
    Posted 20/09/2016 at 12:24 pm

    Gostei muito do texto, minha filha tem 8 anos, e uma vitoriosa da Sindrome west criptogenica/idiopatica, que teve aos 7 meses, foi curada e esta dentro dos 5% da cura sem sequelas. Porem desenvolveu os transtornos: dislexia e TDAH. Acredito que a dislexia seja de Forma adquirida/ por disturbio de migração, devido as crises de espasmos. Assim Dr Luciana Brites, pelo o pouco que comentei aqui o que vc acha? Queria saber se estou no caminho certo. Sou uma mãe procurando ajuda.

  • Nelma
    Posted 20/09/2016 at 12:41 pm

    Amo os artigos, vídeos e materiais do NeuroSaber! Tem me auxiliado e ampliado muito meus saberes nestes assuntos tão complexos presentes na escola. O que sinto falta, mesmo sabendo que não há receita pronta são sugestões sobre o que fazer para auxiliar estas crianças em seu processo de alfabetização, no caso aluno com Dislexia. Qual o melhor método ou estratégia didática.

  • Rosí Valle
    Posted 20/09/2016 at 1:18 pm

    Parabéns pela iniciativa em compartilhar seus conhecimentos. seus textos são ótimos e de grande contribuição para todos que podem com crianças.

    • Rosí Valle
      Posted 20/09/2016 at 1:19 pm

      Para todos que trabalham com crianças*

  • Estela França
    Posted 20/09/2016 at 1:34 pm

    gostei muito do texto

  • Ruth
    Posted 20/09/2016 at 1:50 pm

    Primeiro texto que recebi e gostei muito, sou pedagoga e pretendo fazer pôs em psicopedagogia clínica. Ansiosa pela jornada do neuro_saber. Abraços

  • Ruth Lucas
    Posted 20/09/2016 at 1:50 pm

    O texto e rico em informação, sou aluna de pedagogia e o material que vcs me mandam esta me ajudando muito. Parabéns pela pesquisa.

  • Maria do Rozário Costa
    Posted 20/09/2016 at 2:12 pm

    Tenho um neto de 9 anos está no quarto ano, não consegue acompanhar a turma tem momentos que
    Não se concentra porém algumas palavras ler e escreve com dificuldade a mãe levou ele para psiquiatra por ser uma criança inquieta.Sou pedagoga especialista em psicopedagogia e leciono com crianças de alfabetização na turma tem uma menina que nem fala direito,só reconhece a vogal a. Achei importante alertar aos professores que não são os culpados pelo fracasso na aprendizagem da leitura e da escrita de uma criança mas é fundamental que tenha conhecimento na área da neurologia e aprendizagem para perceber as questões de cada aluno e trabalhar com métodos e técnicas que os atenda e garanta seu aprendizado.

  • marlene da silva coutinho
    Posted 20/09/2016 at 2:31 pm

    Gostei de ter lido seu artigo foi exclarecedor e como professora pretendo me especializar em educação especial e esse artigo foi de muita importância. Obrigada

  • mirlene
    Posted 20/09/2016 at 2:37 pm

    Cada dia fico mais ansiosa quanto aos temas, pois esta sendo muito gratificante cada passo que dou com meus alunos mais uma batalha consigo vencer. Desde já agradeço a participação

  • Claudia
    Posted 20/09/2016 at 2:45 pm

    Estou estudando psicopedagogia e estou amando os materiais da NeuroSaber.

  • Edlene
    Posted 20/09/2016 at 2:58 pm

    Excelentes textos,estou adorando a cada leitura que realizo.

  • rosangela
    Posted 20/09/2016 at 3:01 pm

    Adori o texto, com ele aprendi um pouco. só tenho que agradecer.

  • janaina
    Posted 20/09/2016 at 3:16 pm

    muito interessante,excelente.
    obrigada sempre pelas contribuições.

  • maria souza
    Posted 20/09/2016 at 3:30 pm

    Boa tarde!
    Ingressei recentemente no curso de psicopedagogia, e estou adorando esse novo mundo de aprendizado, e esse texto é maravilhoso e esclarecedor, tirei muitas dúvidas a cerca da temática. Animada para a jornada neurosaber, já convidei algumas amigas para participarem.
    Abraços!

  • EVA DAS GRAÇAS DE JESUS OLIVEIRA
    Posted 20/09/2016 at 3:32 pm

    Obrigada por esta oportunidade de poder ter acesso a estes textos onde muito tem me ajudado nas minhas práticas do dia a dia com as crianças.

    • Lininalva Queiroz de Oliveira
      Posted 21/09/2016 at 8:28 am

      Olá!
      Estou iniciando esse estudo e gostaria de adquirir conhecimentos que me permita ajudar os meus alunos em uma situação específica. Ao tratar da Dislexia, por exemplo, que ações didáticas é possível realizar em classe que permita o desenvolvimento e inclusão dessas crianças. Axé
      Lini

  • Patricia
    Posted 20/09/2016 at 4:06 pm

    Realmente muito enriquecedor todas essas informações. Seria também de grande contribuição se houvesse diferentes formas de aplicação, na prática. Sugestões de atividades, por exemplo.
    Parabéns pela gratuidade de informações.

  • Aline
    Posted 20/09/2016 at 4:13 pm

    Excelente texto. Parabéns pelo trabalho e por compartilhar o saber de vocês conosco! Deus abençoe!

  • Vanda
    Posted 20/09/2016 at 6:22 pm

    Que bom poder contar com profissionais competentes nessa área, e saber que não estamos sozinhas nessa caminhada. Espero aprender mais para melhor entender, como posso ajudar meus alunos.
    Obrigada por essa oportunidade!
    Sucesso.

  • keilla
    Posted 20/09/2016 at 7:51 pm

    Estou apaixonada por neurociência, pois tenho tirando grandes proveitos destes textos maravilhosos, profissionalmente tem me ajudado muito,assim podendo ajudar outros também, principalmente as crianças com deficiência, muito gratificante.

  • Rita de Cassia
    Posted 20/09/2016 at 8:11 pm

    Adorei o texto,perfeito podemos adquirir maior esclarecimento para compreender e ajudar os alunos e também auxiliar sua família ,
    Obrigada

  • Esmeralda da Silva Nasimento de Araújo
    Posted 20/09/2016 at 8:17 pm

    Estou maravilhada, com esses textos e a maneira como são externados de modo prático e esclarecedor.
    Sou PEDAGOGA e iniciei a minha pós em Psicologia e Infantil. E os textos estão contribuindo em minha formação.

  • cintia gonçalves
    Posted 20/09/2016 at 8:25 pm

    Muito bom o texto! adoro neurociência!!!

  • Gilmara Silva
    Posted 20/09/2016 at 8:34 pm

    Gilmara Silva
    Amei o texto e obrigada pela oportunidade de estar aprimorando meus conhecimentos e de poder compartilhar com outras pessoas.

  • Vanderléia
    Posted 20/09/2016 at 8:43 pm

    Entendendo como funciona o cérebro de um disléxico,podemos ajudar nosso aluno e mudar nossa didática para adaptar esse aluno.

  • Marta
    Posted 20/09/2016 at 9:45 pm

    O artigo é muito esclarecedor, de suma importância que o educador tenha acesso às estas informações, pois não se trabalha com turmas homogêneas. Portanto, faz-se necessário o conhecimento a respeito de quaisquer transtornos, facilitando desta maneira a práxis do professor.

  • Olga Suely de Moraes Abreu
    Posted 20/09/2016 at 9:47 pm

    Os artigos que tenho recebido da NeuroSaber, são muito ricos em conhecimentos. Obrigada.

  • Leonilda Valiati
    Posted 20/09/2016 at 9:48 pm

    Gostei bastante do texto preciso aprender muito, pois nas salas de aula as dificuldades são muitas.

  • gerti
    Posted 20/09/2016 at 10:19 pm

    Obrigada por compartilhar conhecimentos,muito importante em meu dia dia; com meus alunos,obrigada pela oportunidade.

  • ADILENE SENA
    Posted 20/09/2016 at 10:54 pm

    Agradeço a oportunidade de adquirir textos riquíssimos para minha prática pedagógica.
    Gostaria que comentasse sobre a SÍNDROME DE KABUKI.
    Desde já agradeço.

  • Celia
    Posted 20/09/2016 at 11:05 pm

    Sou professora de Língua Espanhola há 17 anos e quero saber como devo proceder com aluno que apresenta dificuldade de aprendizagem. Parabéns pela iniciativa! Gostei bastante do texto.

  • sandra
    Posted 20/09/2016 at 11:52 pm

    Obrigada por enviar um texto atual e bem escrito. Porém, senti falta de exemplos onde sugere outras formas de abordagens às questões do aprendizado infantil.

  • Adriana Almeida de Souza
    Posted 21/09/2016 at 12:05 am

    O artigo é muito rico de forma informativa e esclarecedora do problema em discussão,como a neurociência e suas ferramentas tem ajudado a amenizar o sofrimento de muitas crianças que eram estigmatizadas por apresentarem uma dificuldade até então desconhecida no campo do saber.A ciência evoluiu para dar a oportunidade a muitas pessoas desenvolverem sem tandos sofrimentos.

  • katia
    Posted 21/09/2016 at 12:15 am

    Estou amando os artigos, porém gostaria de poder saber, aprofundar nas dislexias ( se é uma dificuldade reversível ou não! obrigada e parabéns

  • Geovana Filippini
    Posted 21/09/2016 at 1:09 am

    Estou amando os textos, são temas com informações claras, diretas e de grande valor pedagógico. Na minha opinião, deveria ser obrigatório a participação de todos os professores da Educação Infantil e Séries Iniciais do Ensino Fundamental, pois vejo uma quantidade enorme de professores acomodados e desprepados para lidar com esses alunos. É uma pena, pois as crianças são as maiores prejudicadas.

  • Anayara Ávila B.Zerlotti
    Posted 21/09/2016 at 8:12 am

    Como é bom e motivador perceber que pais,profissionais da area da educaçao e saúde estão cada vez mais interligados!!!
    Sou fonoaudióloga e tenho visto o quanto a dislexia tem aumentado e me preocupo c o fato das crianças em fase de início de aprendizagem como no 1 ano cada vez mais não poderem ser retidas diante de dificuldades q á um certo tempo se reprovava ….porém criam -se leis que falam de inclusão mas parecem funcionar pela metade pois o aprendizado se faz em respeito á sequencia de etapas e também apoio ao que se sabe ,com a ajuda de profissionais especializados da saúde dentro das escolas junto aos profissionais da educaçao tb especializados…
    Porem infelizmente os governantes que fazem as leis ,parece q esquecem q teoria se funciona c a prática e essa inclusao precisa ser repensada de forma total ,para q essas criancas sejam valorizadas no seu processo de aprendizagem diferenciado!!!
    Parabéns a todos que se unem nesta causa!!!!
    Tema levantado pelo neurosaber muito bom!!!!!!

  • Vivian
    Posted 21/09/2016 at 11:40 am

    Adorei o assunto artigo muito bom venho acompanhando a bastante tempo e tanto os artigos quanto os vídeos vem me ajudado muito tenho um filho diagnosticado com autismo de alta funcionalidade com 7 anos e agora que ele entrou no 1 ano está sendo mais requisitado e sente muito cansaço … ele agora está passando por uma avaliação para ver o estágio de desenvolvimento que ele se encontra … Vejo que a educação formal não está preparada para receber essas crianças apesar da escola de meu filho se esforçar ele tem professor monitor, os professores tem apoio de uma neuropediatra a mesma que atende meu filho os profissionais que tratam dele todos conversam mas a rigidez do currículo escolar me preocupa pois ele tem de fazer as mesmas atividades de os outros e se ele não faz na sala de aula vem para casa e ele fica muito cansado … Temos muito que avançar ainda nesse processo de inclusão!!!!

  • Elizabeth
    Posted 21/09/2016 at 1:10 pm

    Parabéns pela clareza e precisão!

  • sofia bomfim
    Posted 21/09/2016 at 3:52 pm

    Ótimo texto! com certeza esclarece e ajuda muito o professor que identifica em sala de aula a situação que é citada nos textos.

  • Elisangela Dias
    Posted 21/09/2016 at 10:57 pm

    Estou encantada com o material. Parabens e muito obrigada.

  • Andreia Magalhães
    Posted 22/09/2016 at 12:32 am

    Parabéns pelo artigo!!

  • Fabiana dos Santos Gomes Carvalho
    Posted 23/09/2016 at 12:36 pm

    Adorei, é muito esclarecedor!

  • Ana Maria
    Posted 23/09/2016 at 5:44 pm

    Agradeço pelos artigos. Muito bom, Este é o primeiro? Porque não recebi outros .
    Obrigada, pela atenção Luciana Brites.

  • Júlia Alcídia
    Posted 23/09/2016 at 10:21 pm

    Excelente texto, esclarecedor.

  • Vanusa Albuquerque de Sousa
    Posted 24/09/2016 at 8:56 pm

    Muito obrigada pelos texto que me sao enviados , eu sou profissinal da saude e concordo que as escolas deveriam preparar melhor os professors para lidar com as deficuldades dos alunos com dificuldades de aprendizado. Tenho um filho de 7 anos que e Tdah e a escola nao disponibiliza um professor de apoio para ele. Eu agradeco pelo apredizado . ????

  • ROSIANE Cruz da Fonseca de Freitas
    Posted 24/09/2016 at 9:06 pm

    Muito bom o artigo e com toda certeza ajudará bastante professores e todos que trabalham.com crianças e adolescentes.

  • Regina Célia
    Posted 24/09/2016 at 9:38 pm

    Tenho gostado bastante dos textos que me são enviados e agradeço, mas, às vezes, ficam muitas dúvidas. Falta, talvez, aprofundar um pouco mais nos assuntos. Neste, por exemplo “Funcionamento cerebral no processo de aprendizagem infantil” quando é falado da necessidade do professor entender como funciona o cérebro do disléxico para intervir com atividades adequadas, não é colocado como é esse funcionamento e nem sugestões de atividades. Esse apoio ao professor é fundamental, isto é, ir além das teorias e sugerir práticas que dentro da sala de aula possam funcionar.

  • Maria Aline
    Posted 24/09/2016 at 11:36 pm

    Sou Maria aline,estou cursando o sexto período da faculdade de pedagogia,essa área da neurociência já mim interessava mais depois de lê esse esse texto agora já ñ tenho dúvidas vou fazer o meu TCC nessa área.obrigado suas informações são de extrema importância.

  • ELIENE DA SILVA SAMPAIO
    Posted 25/09/2016 at 10:09 am

    Amei o artigo,meu ajudou muito para tirar as dúvidas sobre meu TCC e aprendi mais um pouco.

  • nubia menezes
    Posted 25/09/2016 at 12:17 pm

    Achei o texto bem legal, gostaria de saber como avaliar uma criança com esse tipo de “problema”, ou melhor de que forma esse diagnostico é feito com o médico e outros profissionais da saúde.

  • Flávia Magalhães
    Posted 25/09/2016 at 7:46 pm

    Fico muito frustrada com as dificuldades dos alunos e me sinto impotente as vezes. Esses textos aliviam esse sentimento. Obrigada!

  • Arlene Ribeiro da Cruz Santos
    Posted 25/09/2016 at 9:21 pm

    Que maravilha a matéria, está sendo muito enrequicedor para o meu aprendizado. Bjs

  • Julyanne
    Posted 25/09/2016 at 10:00 pm

    Nossa riquíssimos os textos. Muito obrigada por passar essas informações gratuitamente. Estou adquirindo muito conhecimento por aqui e me interessando mais.

  • Rita
    Posted 25/09/2016 at 10:12 pm

    Adorei o texto, mas espero que com esta semana, eu receba através desta jornada, aulas práticas que ajudarão os alunos no seu desenvolvimento ensino-aprendizagem. Ficarei muito feliz em poder aprender e poder ajudá-los. Grata.

  • Maria Sílvia do Nascimento
    Posted 26/09/2016 at 8:51 am

    Achei muito rico os esclarecimentos de todo o conteúdo, hoje eu trabalho com alunos com deficiências e às vezes fico muito angustiada quando não vejo resultados,agora através dessas informações estou entendendo melhor certas situações e acredito que muitas dúvidas irão aos poucos sendo esclarecidas.È um excelente material!

  • Delma
    Posted 26/09/2016 at 10:23 am

    Estou muito feliz em poder aprender mais sobre esse tipo de transtorno. Hoje percebemos como é grande essa demanda e como ainda pouco se trabalha esse tema, principalmente nas escolas onde está esse publico. Entendo que muitos pais tem conhecimento sobre as dificuldades enfrentadas pelos filhos em relação a aprendizagem, porém por falta de orientação não conseguem ajuda-los. Seria muito interessante nas escolas palestras com os pais e alunos sobre temas como esse, para clarificar suas duvidas e poder ajudar na aprendizagem de seu filho

  • Rosalba Laureano de Souza Costa
    Posted 26/09/2016 at 6:56 pm

    Sou Pedagoga com especialização em Psicopedagogia Clínica e Institucional, com experiência em alfabetização. Encontrei várias situações de aprendizagens diferenciadas umas das outras, porém percebi que a não aceitação dos pais podem trazer maiores transtornos. Tanto em relação a professores quanto a alunos.
    E que a aprendizagem é adaptada acontecendo de forma lenta. Tenho necessidades de entender, aumentar conhecimentos e funcionamento cerebral.
    Abraços e agradecimentos!

  • zoraide viana
    Posted 27/09/2016 at 12:01 am

    Estou gostando muito dos textos.
    Recebi um texto de pesquisa recente falando sobre fatores visuais como causas da dislexia e achava que fosse verdade.
    Vou enviar em outro momento.

  • Vernusa Eline Veras Lima
    Posted 27/09/2016 at 11:37 am

    Interessante ter mais conhecimento do advento de recursos tecnológicos de neuroimagem (Ressonância Magnética Funcional, PET-SCAN, Tomografia por Emissão de Prótons e Tractografia) para o estudo mais detalhado e elaborado da relação entre a ativação de regiões específicas e a correlação, em tempo real, com uma atividade qualquer realizada pela criança ou adolescente durante a confecção do exame, não que fosse totalmente desconhecido, mas, que por vezes são ignorados.

  • kellen
    Posted 27/09/2016 at 5:05 pm

    Gostei muito do artigo. Além da possibilidade de me atualizar, sinto segurança na fonte da informação. Parabéns a vocês do NeuroSaber.

  • Ketruey Paulo Silva
    Posted 27/09/2016 at 8:09 pm

    Olá! Obrigada por este rico conhecimento. Estou aprendendo muito. Sou uma pedagoga de Aracaju-Se ensino no Sesi de Estância e estou muito feliz por ter a chance de aprimorar e desenvolver ainda mais minha profissão. Me inscrevi na Jornada estou amando!

  • Andrea
    Posted 28/09/2016 at 8:59 am

    Gostaria de fazer Pós -Graduação ou Mestrado na área da Neuropsicopedagogia. Como faço? ??

  • Isabel
    Posted 28/09/2016 at 2:10 pm

    Gostei muito do texto, muito esclarecedor e sem dúvidas contribuirá muito para meus objetivos que vão além da sala de aula. .. Parabéns!

  • Lola
    Posted 29/09/2016 at 5:17 am

    Estou adorando os textos. São muito interessantes e sua leitura me remeteu a um tempo atrás em atendimentos que fiz a crianças no estágio de psicologia e inclusive procedimentos adotados pra justamente identificar o problema real de uma criança. Teve uma que ninguém conseguia o diagnóstico e me empenhei e fui fundo. Fiz primeiramente a anamnese com a mãe, depois passei a observar a criança na sala de aula, no intervalo, fui conversando com os professores, tive conversa tb com o pai, fui a casa da criança e depois passei a descartar problemas orgânicos qdo o encaminhei a diversos médicos como oftalmo, otorrino e outros e como resultado tudo normal. O pessoal tinha o menino como hiperativo. Continuei a observação na sala de aula, insistia a não ver hiperatividade embora parecia e em um determinado contato com a criança, em milésimos de segundos percebi uma crise de ausência nele. Parou de se movimentar, os olhinhos ficaram parados e com olhar pra cima voltando rapidamente o q me apontou pra epilepsia de pequeno mal. Já ia mesmo encaminhá-lo para o neuro e assim o fiz. O garoto fez o eletro e outros exames e como resultado foi constatado epilepsia de pequeno mal. O médico entrou com o tratamento e eu o encaminhei tb para um acompanhamento com uma psicopedagoga pq precisava, pra uma fono e teve mais profissional envolvido que não me recordo bem e o garoto teve uma melhora impressionante. Estes textos mexeram comigo pq teve muita coisa que apliquei dentro da leitura que fiz até o momento. É um assunto que me chama muito a atenção e que gosto muito. Agradeço a equipe por essa oportunidade e a parabenizo pelo trabalho e carinho nessa divulgação tão importante a pais, a todos profissionais da educação que com certeza lhes será útil. Abraços.

  • Lola
    Posted 29/09/2016 at 5:33 am

    Meu comentário cairia melhor no texto sobre Transtorno de Aprendizagem. Me empolguei com a leitura dos textos que nem percebi onde ficaria melhor o comentário. Mas tudo é assunto que cai na aprendizagem, tudo bem.

  • annette
    Posted 29/09/2016 at 8:43 am

    Estou gostando muito dos artigos. Enriquece e estou observando mais meus netinhos.
    Os comentários tb estão contribuindo muito pra mim. Leio todos

  • ARLETE OLIVEIRA
    Posted 29/09/2016 at 10:36 pm

    Olá, gostei do texto. Gostaria de receber sugestões para as atividades e avaliações.

  • Neusamara
    Posted 30/09/2016 at 8:20 pm

    Excelente texto!
    Obrigada pela oportunidade de novos aprendizados!

  • Marianalda
    Posted 02/10/2016 at 7:11 am

    Ótimos textos, vejo que aprenderei muito com vocês.

  • Maria Odete
    Posted 04/10/2016 at 1:04 pm

    Achei interessantissimo os texto estou gostando muito!

  • Maria Odete
    Posted 04/10/2016 at 1:12 pm

    Achei os texto bons estou gostando muito,li o texto recente falando sobre os fatores visuais,como causa da dislexia,achando que fosse verdade.Aguardando outros mais…

  • Trackback: Desenvolvimento afetivo - o processo de aprendizagem e o atraso escolar - NeuroSaber

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