Mitos e verdades sobre o TDAH

Mitos e verdades sobre o TDAH ainda geram muitas dúvidas entre famílias, educadores e profissionais da educação. Mesmo com o aumento das discussões sobre desenvolvimento infantil, aprendizagem e comportamento, o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) continua cercado por interpretações equivocadas que podem impactar negativamente crianças, adolescentes e adultos.
Além disso, essas informações imprecisas costumam alimentar preconceitos, atrasar a busca por orientação adequada e criar expectativas irreais sobre o desenvolvimento e o comportamento. Por esse motivo, compreender o que é mito e o que é verdade é fundamental para promover um olhar mais responsável, ético e informativo.
Este conteúdo tem caráter educativo e não substitui avaliação profissional especializada.
Conteúdo
O que é o TDAH, de forma geral?
O TDAH é um transtorno do neurodesenvolvimento, caracterizado principalmente por dificuldades relacionadas à atenção, à impulsividade e, em alguns casos, à hiperatividade. Ele se manifesta desde a infância e pode acompanhar o indivíduo ao longo da vida, apresentando diferentes formas de expressão conforme a fase do desenvolvimento e o contexto em que a pessoa está inserida.
Para uma compreensão mais ampla sobre o transtorno, seus fundamentos e manifestações, leita também: O que é TDAH? Tudo o que você precisa saber.
Mitos e verdades sobre o TDAH
Ao longo do tempo, o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) passou a ser cercado por interpretações simplificadas, generalizações e informações imprecisas. Muitas dessas ideias se consolidaram no senso comum e ainda influenciam a forma como crianças, adolescentes e adultos com TDAH são compreendidos na família, na escola e na sociedade. Diferenciar mitos de verdades é essencial para evitar rótulos, reduzir preconceitos e promover uma compreensão mais responsável, baseada no desenvolvimento e em evidências científicas. A seguir, esclarecemos algumas afirmações frequentes sobre o TDAH.
Mito: O TDAH impede a criança de ter uma vida normal
O diagnóstico de TDAH não impede o desenvolvimento acadêmico, social ou emocional. Crianças e adolescentes com TDAH podem ter uma vida plena quando recebem apoio adequado, tanto no ambiente familiar quanto no escolar.
De modo geral, o acompanhamento envolve uma abordagem multiprofissional, que pode incluir orientações educacionais, apoio psicológico, adaptações pedagógicas e, quando indicado, acompanhamento clínico. Cada criança apresenta um perfil próprio, o que reforça a importância de um olhar individualizado.
Mito: Pessoas com TDAH são menos inteligentes
O TDAH não está relacionado à inteligência. Pessoas com TDAH podem apresentar desempenho intelectual dentro da média ou acima dela.
As dificuldades observadas costumam estar associadas à organização, à manutenção da atenção, ao planejamento e à autorregulação, e não à capacidade intelectual. Com estratégias adequadas, muitos indivíduos demonstram criatividade, raciocínio rápido e habilidades específicas.
Verdade: Desatenção, impulsividade e hiperatividade são características centrais do TDAH
Essas características compõem o núcleo do transtorno, mas não aparecem da mesma forma em todas as pessoas. Existem diferentes apresentações do TDAH, e nem todos os indivíduos são hiperativos.
Para compreender melhor essas variações, vale aprofundar no artigo Tipos de TDAH: conheça as diferentes apresentações e como identificar.
Verdade: O diagnóstico de TDAH pode ser desafiador
O diagnóstico do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade exige avaliação cuidadosa, considerando o comportamento ao longo do tempo e em diferentes contextos, como casa e escola.
Com frequência, manifestações do TDAH são confundidas com outras situações, como:
- dificuldades emocionais
- desafios pedagógicos
- ansiedade
- desmotivação
- comportamentos esperados do desenvolvimento típico
Consequentemente, a falta de informação adequada pode atrasar a busca por avaliação especializada.
Mito: O TDAH surge apenas na vida adulta
O TDAH tem início na infância. No entanto, em muitos casos, o diagnóstico só ocorre na adolescência ou na vida adulta, especialmente quando os sinais passam despercebidos ou são atribuídos a outros fatores.
Isso não significa que o transtorno surgiu tardiamente, mas sim que não foi identificado anteriormente.
Mito: O tratamento do TDAH em adultos não funciona
Adultos com TDAH também podem se beneficiar de acompanhamento adequado. A identificação tardia pode ajudar a compreender dificuldades vivenciadas ao longo da vida, como problemas de organização, impulsividade, relações interpessoais e desempenho profissional.
Quando bem orientado, o acompanhamento contribui para melhorar o funcionamento cotidiano e o bem-estar emocional.
Verdade: O TDAH pode estar associado a outras condições
É comum que o TDAH esteja associado a outras condições, conhecidas como comorbidades, como dificuldades de aprendizagem, transtornos emocionais ou desafios comportamentais.
Por isso, a avaliação deve ser sempre ampla e contextualizada, evitando conclusões isoladas ou simplistas.
Verdade: A identificação precoce favorece melhores resultados
Quanto mais cedo as dificuldades são identificadas, maiores são as chances de oferecer suporte adequado à criança e à família.
A intervenção precoce no contexto educacional pode reduzir impactos na aprendizagem, fortalecer habilidades socioemocionais e favorecer o desenvolvimento global.
Mitos x Verdades: uma visão geral
| Aspecto | Mito | Verdade |
| Inteligência | Pessoas com TDAH são menos inteligentes | Inteligência não é afetada pelo TDAH |
| Desenvolvimento | TDAH impede vida normal | Com apoio, há pleno desenvolvimento |
| Diagnóstico | É simples e imediato | Exige avaliação cuidadosa |
| Idade de início | Surge apenas na vida adulta | Inicia na infância |
| Tratamento | Não funciona em adultos | Pode trazer benefícios em todas as idades |
Informação reduz preconceitos
Grande parte dos mitos sobre o TDAH surge da falta de informação confiável. Ao compreender melhor o transtorno, suas características e limites, famílias e educadores conseguem construir ambientes mais acolhedores, realistas e inclusivos.
Conhecimento não rotula — orienta, acolhe e transforma.
Material complementar
Para aprofundar o tema e esclarecer dúvidas comuns, você pode acessar o material educativo:
E-book – TDAH em crianças
Considerações finais
O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade não define a identidade de uma pessoa nem limita seu potencial. Trata-se de uma condição do neurodesenvolvimento que exige compreensão, informação adequada e suporte contextualizado.
Desmistificar o TDAH é um passo essencial para reduzir preconceitos, aprimorar práticas educacionais e promover o desenvolvimento saudável de crianças, adolescentes e adultos.
Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação ou acompanhamento por profissionais especializados da saúde ou da educação.
Perguntas frequentes sobre mitos e verdades do TDAH
O TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade) é um transtorno do neurodesenvolvimento caracterizado por dificuldades relacionadas à atenção, à impulsividade e, em alguns casos, à hiperatividade. Essas características podem impactar o comportamento, a aprendizagem e a organização do dia a dia, variando conforme a idade, o contexto e o desenvolvimento individual. O TDAH não está relacionado à falta de esforço ou “preguiça”, mas a diferenças no funcionamento neuropsicológico.
Entre os mitos mais comuns está a ideia de que o TDAH é causado apenas por má educação, excesso de estímulos ou alimentação inadequada. Na realidade, trata-se de uma condição com forte influência genética e neurobiológica. Outro mito frequente é que o TDAH não existe ou é apenas uma justificativa para dificuldades comportamentais. A verdade é que, com informação adequada e suporte apropriado, crianças, adolescentes e adultos com TDAH podem se desenvolver plenamente.
Sim. O TDAH tem início na infância, embora nem sempre seja identificado nessa fase. Em muitos casos, as manifestações se tornam mais evidentes na adolescência ou na vida adulta, quando aumentam as demandas por autonomia, organização e atenção. As características podem mudar ao longo do tempo, mas o transtorno pode acompanhar o indivíduo em diferentes fases da vida.
Sim. Crianças com TDAH podem aprender, se desenvolver e alcançar bom desempenho escolar quando recebem apoio adequado. Estratégias educacionais adaptadas, comunicação entre família e escola e compreensão do perfil da criança ajudam a reduzir dificuldades relacionadas à atenção e à organização. O TDAH não limita a inteligência nem o potencial de aprendizagem.
O TDAH envolve uma combinação de fatores genéticos e ambientais. Estudos indicam forte influência hereditária, associada a diferenças no funcionamento cerebral. Aspectos do ambiente, como experiências de vida e contextos educacionais, podem influenciar a forma como as características se manifestam, mas não são a causa isolada do transtorno.
Não. O acompanhamento do TDAH pode envolver diferentes estratégias, que variam conforme as necessidades de cada pessoa. Em alguns casos, pode haver indicação clínica para o uso de medicação, enquanto em outros o foco está em orientações educacionais, intervenções psicossociais e ajustes no ambiente. Qualquer decisão deve ser individualizada e orientada por profissionais especializados.
O apoio da família e da escola é fundamental. Rotinas claras, expectativas realistas, comunicação constante e estratégias educacionais adequadas ajudam a criança a lidar melhor com as demandas do dia a dia. Ambientes acolhedores e bem estruturados favorecem a autoestima, a aprendizagem e o desenvolvimento socioemocional.
Sim. Quando não compreendidas, as dificuldades associadas ao TDAH podem impactar a autoestima e as relações sociais. Crianças que recebem rótulos negativos ou enfrentam críticas constantes tendem a apresentar maior sofrimento emocional. O acesso à informação, o suporte adequado e intervenções contextualizadas ajudam a reduzir esses impactos e fortalecer habilidades sociais.
A avaliação e o acompanhamento do TDAH devem ser realizados por profissionais qualificados da área da saúde e da educação, como psicólogos, médicos especializados e equipes multiprofissionais. O objetivo da avaliação é compreender o funcionamento global da criança e orientar estratégias adequadas, respeitando seu desenvolvimento e contexto.
Referências
AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM-5. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2014.
BARKLEY, Russell A. Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade: manual para diagnóstico e tratamento. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2015.
POLANCZYK, Guilherme V. et al. The worldwide prevalence of ADHD: a systematic review and metaregression analysis. American Journal of Psychiatry, Arlington, v. 164, n. 6, p. 942–948, 2007.
ROHDE, Luís Augusto; BENCZIK, Edyleine. Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade: o que é? como ajudar? Porto Alegre: Artmed, 2016.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Classificação Internacional de Doenças – CID-11. Genebra: OMS, 2019.

63 Comments
Boa tarde! Nesse artigo diz q meninas não são agitadas, porém minha filha foi diagnosticada e é muito agitada…por favor me explique.
Sandra, geralmente as meninas são mais quietas e desatentas, mas não é regra, existem meninas hiperativas, abraços!
Quando eu era riança , era agitada e extremamente desatenta, mas quando minha tia avó brigava comigo eu ficava muito mal e ficava quietinha por horas, eu tinha muito medo dela .
Eu sou TDAHI mulher criança considerado o “cão” fui muito levada, consegui derrubar uma varanda em cima de mim, não fui tratada na infância, e conheci o transtorno na formação como psicologa e depois com TDAH com meu filho. Hoje eu tomo medicação para estabilizar humor e criei meu filho sem uso de medicação, deu muito mais trabalho, mas usei de todas as ferramentas alternativas. Hoje é tem alguns traços do TDAH mas é totalmente funcional e sem medicação.
Oi, quais tratamentos alternativos você utilizou com o seu filho?
Isso está mais relacionada com algo cultural, não é um regra geral. As meninas não tem toda a liberdade que o menino tem, desde novas aprendem como a se comportar, como agir em determinadas situações, então o TDAH em meninas pode sofrer essa influência
Olá, a maior parte das diagnosticadas não têm, mas é muito possível, e acontece, de algumas possuírem hiperatividade com alto percentil
Boa tarde!
Quais seriam as comodidades associadas ao TDA-H?
Teria algum exame neurológico para ajudar no diagnóstico, tipo Eletroencefalograma?
Obrigada
São Várias, temos uma aula no Youtube Canal neurosaber sobre TDAH, dá uma olhada, abraços!
exames laboratoriais não mostram esse tipo de alteração, porque não há alteração na anatomia do cérebro e sim na forma que é feita a conexão dos neuronios e/ou na parte do lóbulo frontal onde se concentra a personalidade, costumes entre outros comportamentos com o caso da hiperatividade e o déficit de atenção.
normalmente ele é diagnosticado em consultas clinicas com otorrinolaringologista, neurologista, psicologo, neuropsicologo entre outras areas.
Tenho um filho de 05 anos que é muito agitado, ao mesmo tempo que come brinca, está vendo TV e ligado no que conversamos, não aceita ser contrariado, uma ansiedade terrível, a professora vive reclamando do comportamento em sala de aula. Ele tem acompanhamento de uma Musicoterapeuta que disse que ele tem características do TDAH, mas que não fecha o diagnóstico, a pediatra diz que não devemos medicar, já não sei o que fazer pois vejo o sofrimento dele e o nosso também, as vezes evito sair de casa, frequentar festas, enfim estou muito confusa. Como mãe penso que ele é hiperativo, mas não sou profissional da área, me ajudem por favor.
Ana Paula, peço que assita nossa aula sobre TDAH no nosso canal do Youtube NeuroSaber. Abraços
Tenho um filho de sete anos, tem dado muito trabalho na escola, já levei ao neuro pediatra e foi diagnosticado com hiperatividade, mas a psicóloga que o acompanha discoda, diz que ele tem dificuldade comportamental e mandou que eu tirasse o medicamento o que fazer me ajudem.
Meu filho é autista, eu levei ele em 3 neuro, para ter certeza. O primeiro receito medicamento e os outros 2 disseram que ele não precisa de medicamento, pois o autismo dele é leve e ele não bate, não morde, as crises são bem leves. Mas, se eu tivesse levado em apenas um neuro, meu filho estaria tomando uma medicação que não é para ele.
Gostaria de saber se é possível melhorar os sintomas e a qualidade de vida de crianças com TDAH sem o uso de medicamento ou se sempre há a indicação de medicamento.
Com certeza! evitar telas/ barulhos… pois cansam a mente e dificulta pra raciocinar e se manter calmo…
Quem tem tdah precisa anotar tudo sempre, porque se esquece na mesma hora que se escuta por isso se tem muita dificuldade em aprender..
é preciso silêncio e muita anotação no papel pra depois poder ler com calma sozinho pra aprender! Dormir super bem e ter alimentação balanceada!
É uma Situação complicada.. percebo que meu filho se 11 anos tem muita dificuldade de concentração ,ansiedade e dificuldades em raciocínio. Porém a escola disse que não vê ele como um aluno con TDA..mesmo ele com notas baixas , acham que é preguiça dele.. e analisando, desde quando ele tinha 6 anos a professora já relatava que ele se distraia fácil, porém nunca encaminharan para diagnóstico médico, hj que me formei em Pedagogia e lendo muito sobre o assunto ,acredito que ele faça parte desse grupo de Tdh.. fico sem saída por não saber a quem recorrer. . Alguma sugestão?
Oi Tatiane
Eu tenho 35 anos e tenho TDAH e quando e no tempo que em frequentava a escola tinha muita dificuldade, igual as do seu filho, e hoje eu posso dizer que Dormir o apropriado de acordo com a idade, comer balanceado, ter lazer pra relaxar a mente, anotar tudooooo o que se escuta, ajuda muito! O que me fez sossegar mesmo foi aceitar Jesus como o Senhor da minha vida, seguindo o que ele pede-nos evangelhos, e fazendo mais aquelas coisas acima que citei, super ajuda…
E em casa evitar telas! Pois estimulam demais e cansa a mente fazendo com que não consigamos pensar! O máximo de silêncio ajuda!
Que interessante! Tive essa experiência com meu filho! Passou a infância e adolescência com muita dificuldade na escola, no comportamento e no emocional. Aos 18 anos quando começou a ter um relacionamento com Jesus, experimentamos um milagre, contrariando todos os diagnosticos. Ele é autodidata, fala 2 linguas, um lider nato à frente de várias causas, é palestrante e ensina através de cursos.
Queria deixar esse relato para encorajar outras mães, e dizer que Deus se importa conosco, ouve nossas orações e transforma situações. Convide Ele para estar nessa causa com vc!
Muito bom ler relatos como estes. Obrigada!
Olá! Tenho um filho adolescente com tdah … agora estou preocupada com o caçula de 6 anos … se alfabetizou facilmente, mas a professora relata sua falta de atenção e dificuldades em matemática … em sala de aula não é agitado, mas em casa sim … pode ser deficit de atenção ou imaturidade ?
Debora.
EU estou cursando pedagogia, e essa é uma das áreas muito bom mesmo que eu tenho bastante interesse pois sempre trabalhei em escola comunitária e enfrento muitos alunos com dificuldade para aprender a ler pois eles são crianças de família de baixa renda e com dificuldades de aprendizagem por causa da falta de alimentação, que acredito ser um dos fatores muito importante pra que eles tenham um bom desempenho. Não é mesmo?
De
ok!
Dra Luciana sou professora na Universidade Estadual de Goiás e minhas alunas orientandas de TCC estão utilizando os seus artigos para produção do trabalho. Então gostaria de pedir a senhora que envie a referência do artigo Mitos e verdades sobre o TDAH para que seja dados os méritos ao seu trabalho.
Obrigada pelas produções.
Profa Lidiane
Lidiane,
Esse artigo é original da Neurosaber, e foi escrito com base em pesquisas e vídeos do canal da Neurosaber do Youtube.
e lá tem aulas sobre esse tema, e com referências.
Bom dia.Li depoimentos de algumas mães e pude sentir o sofrimento em suas escritas.Sou mae de uma menina de 12 anos diagnosticada com TDAH .
Sofri muito, não ia a igrejas aniversários ETC. Ela falou com 7 anos e teve dificuldade em aprender.Fiz acompanhamento com uma neuro pediatra que recomendou remédios homeopáticos ou seja remédios naturais.Hoje ela está muito bem aprendeu a ler a tirar da lousa dentre outras coisas.
MINHA LUTA FOI CONSTANTE NÃO DESCANSEI, FAZIA TERAPIA OCUPACIONAL E A CIMA DE TUDO PEDIA TODOS OS DIAS A DEUS QUE MIM AJUDASSE.
estou fazendo um trabalho e preciso das referências , tipos , informações sobre o livro e também o ano em que foi publicado! desde já, agradeço!
Nosso materiais são elaborados por nossa equipe.
Boa noite por falta de conhecimento sobre este problema de saúde sofri muito com minha filha quando pequena e nunca imaginei que era uma doença achava que era pregrissosa ,como me dói descobrir isto hj através de meu filho caçula esta com 9 anos e desde os 7 anos tenho problemas com ele na escola todos os relatos e toda a explanação sobre o problema é como estivesse descrevendo meu filho,estou em pânico fiquei sabendo hj e vim pesquisar sobre o assunto achei a que a psiquiatra estivesse exagerando,ai que dor meu Deus to sem chão
Primeiramente procure um médico para fechamento de Diagnóstico.
Minha mãe, sempre me apoiou, e treinava minha memória com poesias, pode ser letra de música tbm. E assim, apesar do TDAH, consegui fazer faculdade. Para ajudar na alfabetização tente palavras cruzadas e jogos de fazer continhas para crianças, tem na internet. Um esporte que ele goste ajudará muito. Boa sorte.
E acompanhamento médico é fundamental.
Não estou conseguindo baixar o e-book, o link está com problema?
Ola Carla,
Esse artigo já é um pouco antigo, e o e-book, não esta mais disponível!
Sofri muito minha vida toda com Deficit de atenção, sem saber. Sempre fui taxado de burro, sonso, avoado, preguiçoso, incapaz, lerdo, irresponsável… Na escola, apanhei demais de outros alunos, por ser mais “sonso” ou “desligado”. Meu pai me batia muito também, por que sempre esquecia ou perdia algo. Isso me marcou muito, até hoje. Porque nunca fiz nada disso por maldade, quando me dava conta já havia esquecido de algo, ou já não estava prestando atenção no que a pessoa esta falando. Mas sempre o tratamento foi como se eu quisesse fazer aquilo, quando na verdade era o contrario. Sempre me culpei muito por isso, quanto mais eu tentava fazer as coisas corretamente, mais dava errado e mais as pessoas riam de mim.
Se vocês tem ou conhecem algum filho com esse transtorno, por favor, sejam compreensivos. Por que o que mais me doi é saber que em todos esses anos eu so tive criticas e nenhuma ajuda.
Ola Marcus, busque profissionais da área que podem te ajudar a ter uma qualidade de vida melhor.
Pois é Marcos!!! Eu te entendo completamente, parecia q vc tava descrevendo minha vida. Meus relacionamentos nunca duraram, elas falavam sempre as mesmas coisas. Que eu não prestava atenção nelas. Não lembrava do q elas gostavam, até parecia q eu não me importava. Já fui sonso, desligado, kkkk tive problemas nos empregos. É osso
Muito obrigada pelo seu testemunho Marcus, eu tenho um filho que sofreu assim como você, na escola foi jogado escada a baixo, desmaiou, graças a Deus não morreu. Eu achava que era teimosia dele, hoje ele ainda não foi diagnosticado, ele vai fazer testes.
Oi, tenho um amigo que desde que conheço é muito hiperativo e desatento
Ele nunca para sentado, não mantem a atenção nas aulas, tá sempre pulando e tem muita dificuldade com números.
Ele apresentou uma espécie de “piora” esses tempos. Como automultilação e ansiedade.
Qual profissional ele deve buscar? Psicólogo, psiquiatra ou médico?
Neurologista.
Minha filha tem dez anos e foi diagnosticada com defiesti de atenção,esse artigo me ajudou muito,foi esclarecedora.
Oi, tudo bem? Bom, eu acho que tenho TDAH, eu me distraio muito facilmente e sou muito impulsiva, mas nunca considerei essa hipótese pq achava que pessoas com TDAH tinham muita dificuldade em aprender e tirar notas boas, esse nunca foi o meu caso. Mas lendo isso, acho que realmente posso ter isso. Como eu faço para realmente ter certeza?
Olá Nicoli,tudo bem ?
É importante buscar um especialista para lhe dar melhores informações e orientação para uma intervenção.De qualquer forma , temos conteúdos no youtube.com/neurosabervideos e também em nosso blog que podem te ajudar em muitas questões.
Olá, tenho um namorado q suponho que tenha TDAH, ele já possui 18 anos e eu queria muito poder ajudar ele de alguma maneira, já que a família dele nunca suspeitou sobre, o que posso fazer para orientá-lo além de exames para comprovar se ele possuiu ou não o TDAH?
Olá Janaína,
Primeiramente obrigada pela confiança!
Nesses casos orientamos buscar um especialista pessoalmente para lhe dar melhores informações e orientação assertivas sobre o caso.
De qualquer forma,temos conteúdos no youtube.com/neurosabervideos e Artigos em nosso Blog: http://www.neurosaber.com.br/artigos que podem te ajudar em muitas questões.
Atenciosamente
Equipe NeuroSaber
Olá moça se a psiquiatra fala que não precisa medicar acho que não deve se preocupar… Além de tudo que te aflige acredito que ele nao deve ser um menino mal educado…tenho quase 40anos e agora estou descobrindo que tenho TDAH… Sou bipolar também e descobrir isso há 5 anos atrás… O que mais me identifico esse transtorno TDA é a minha dificuldade de me concentrar em uma coisa só… Toda e qualquer coisa que acontece ao meu redor me tira o foco… Isso é o mais chato… Aí que comecei a relacionar o déficit de atenção pois tem dificuldade em manter atenção naquilo que estou concentrado… Mas sei que minha cabeça é mais evoluída que da grande maioria… A exemplo ou desafio do Einstein matei em menos de 10 minutos que era peixe a moça que me passou o desafio só vendo a cara dela quando matei a charada tão rápido…é claro que tive a sorte de nada ter me tirado a atenção nesse tempo que estava decifrando a charada que dizem que menos de 2% da população só consegue realizar… Lembro quando era mais novo e fico pensando as pessoas que andavam comigo deviam ter aquela sensação de vergonha alheia… Não sei o que te preocupa tanto mas se ele é um menino educado e não desrespeita os mais velhos… Posso te dizer que eu era igual quando criança
A psiquiatra dos meus filhos só passa remédio e não vejo muito interessada nas crianças como Faso para comprar más dela
Oi o meu nome e Pedro Henrique tenho 15 anos eu descobri q tenho TDAH quando tinha 11 anos as pessoas sempre falarão q sou muito preguiçoso na escola n sou muito de conversas com alunos algum alunos acha q tenho deficiência por eu ser assim eu sei q TDAH não e deficiência eu tenho muito dificuldade nas aulas mais eu tento prestar atenção na aula mas não consigo queria saber ser tem como ajudar eu ter menos dificuldade
Bom dia Pedro!
Orientamos a buscar auxílio de um profissional da área.
Parabéns pelo artigo e dicas para pais e professores. Há citação de vídeos, livros e aulas on line, mas infelizmente não consegui realizar a inscrição para a participação . Os vídeos também não estão disponíveis? É um assunto muito interessante por considerar desconhecimento tanto por parte dos pais que tem dificuldades em reconhecer e compreender o problema e muitas vezes impõe uma autoridade até mesmo abusiva com exageros nos castigos, e a escola interpretando como desrespeito, indisciplina, alunos recebendo bulling, suspensão das aulas e em conseguência gerando mais agressividade por não ser compreendido pela família e professores.
Aguardando mais dicas para família e professores.
Abraço
Olá Verá, tudo bem?
No nosso canal do youtube temos uma playlist chamada “Comece por aqui” (https://www.youtube.com/c/NeuroSaberVideos/playlists) e lá temos alguns vídeos sobre o assunto, aqui no blog também temos vários artigos, temos também cursos sobre o tema, em nossa página oficial. Continue nos acompanhando, que sempre postaremos esses assuntos.
Solange,
Equipe NeuroSaber 💙
Eu tinha visto no Google várias coisas sobre isso ruim e verdade que quem tem TDAH vive 12 anos a menos? Quero muito saber se e verdade
Vi também que e 2 vezes mais fácil pegar doenças sexualmente traissiveis e muito mais coisas
Olá Celso, tudo bem?
Ainda não temos um conteúdo sobre este tema, mas vamos colocar em nossa pauta abordar sobre este assunto também. Obrigada pelo contato!
Sol,
Equipe NeuroSaber 💙
Meu filho desde muito pequeno e muito agitado tem problemas em se concentrar as vezes pra falar algo pra ele q ele não está interessado tenho q segurar o rosto dele para q ele olhe pra mim ele tem dificuldade até mesmo pra fazer algo simples é extremamente cansativo ficar com ele o dia todo ele é muito amável mas não para um segundo fala q não tem amigos q as crianças da sala não gostam dele tá sempre se machucando pois não se cuida tá sempre correndo fazendo mil coisas ao mesmo tempo não entende quando falo não tem 9anos faz birra chora toda hora q é contrariado as vezes tenho vontade de chorar fico muito cansada o pai é bipolar teve muita dificuldade na escola
Olá Adriana, tudo bem?
Primeiramente agradecemos pela confiança! Nesses casos orientamos buscar um especialista pessoalmente para lhe dar melhores informações e orientação assertivas sobre o caso. De qualquer forma, temos conteúdos no youtube.com/neurosabervideos e Artigos em nosso Blog: http://www.neurosaber.com.br/artigos que podem te ajudar em muitas questões.
Sol,
Equipe NeuroSaber 💙
Meu filho é bem agitado no começo achava que era só danação de criança, até um dia leva ele pra uma consulta onde o psiquiatra me falou que ele tem TDAH,aí eu fui aceitando de boa,mas o pai dele demorou uns dias pra aceitar,e hoje é os avos deles acha que num tem nada e isso as vezes me deixa confusa,mas o pior é que alguns dos meus vizinhos até mesmo tio dele não aceita ele entrar na casa dele pra brigar com o filho deles isso é o que me dói mas ,já conversei com meu filho pra ele num ir pra casa do tio mas ele num entendi e chora muito é difícil 😢.
Olá Antonia, tudo bem?
Sinto muito que você esteja enfrentando esses desafios em relação ao seu filho e sua condição de TDAH. É importante lembrar que TDAH é uma condição médica real e que pode afetar significativamente a vida de uma criança e sua família.
É compreensível que algumas pessoas possam não entender ou aceitar a condição de TDAH e suas manifestações comportamentais. No entanto, é importante não se deixar levar por essas opiniões negativas e continuar apoiando seu filho da melhor forma possível.
Tente buscar informações e recursos para ajudá-lo a gerenciar os sintomas de TDAH, como terapias comportamentais e medicamentos, se necessário. Além disso, converse com a escola de seu filho sobre as estratégias que podem ser implementadas para ajudá-lo a ter um melhor desempenho acadêmico e social.
Não hesite em buscar apoio de profissionais de saúde mental, grupos de apoio e outras famílias que também estejam enfrentando desafios semelhantes. Você não está sozinha e há muitas pessoas que podem ajudá-la a cuidar do seu filho da melhor forma possível.
Sol,
Equipe NeuroSaber 💙