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Autismo na vida adulta: o que é preciso saber?

O autismo em adultos pode parecer improvável, mas é bastante possível que as pessoas cheguem à fase adulta e não saibam que convivem há anos com o TEA (Transtorno do Espectro Autista). Isso se deve ao fato de esses indivíduos não manifestarem características moderadas ou severas do distúrbio.

Como alguém consegue viver anos sem saber sobre sua condição?

A situação não é tão simples como parece. Muitas vezes, as pessoas vivem normalmente, realizam atividades que fazem parte do que é considerado normal: trabalham, estudam, prestam concursos públicos, convivem em sala de aula regular e constituem famílias.

É verdade que ao longo de sua vida, alguns traços ganham evidências. É comum que essas pessoas sejam bem inteligentes e consigam resolver determinadas situações. Além disso, a capacidade cognitiva delas permitem sua autonomia. Contudo, é importante salientar a dificuldade que elas podem ter para manter uma interação com seu interlocutor, contato visual, etc.

Não são poucas as vezes em que o autismo em adulto passa despercebido. Isso acontece também porque as pessoas que se encaixam nesse grupo são, muitas vezes, apenas consideradas tímidas, o que não abre espaço para uma investigação mais detalhada.

Como os adultos ficam sabendo sobre o autismo?

De fato, existem chances reais de uma pessoa adulta ficar sabendo de seu diagnóstico. No entanto, podemos explicar que isso só se torna possível, muitas vezes, quando os pais levam seus filhos ao médico para analisar um possível caso de autismo infantil.

Durante uma conversa, o especialista começa a investigar o histórico familiar do paciente. A partir desse contato, os pais se abrem mais e falam sobre alguns traços de seus comportamentos. O profissional cruza os sintomas manifestados pelos pequenos e pelos adultos. Assim, ele observa os indicativos que demonstram a incidência do autismo leve no pai ou na mãe.

protea-1-1 Autismo na vida adulta: o que é preciso saber?

Além disso, como ficar sabendo que o adulto convive com TEA?

O autismo adulto pode ser identificado também em situações onde o homem ou a mulher demonstra determinadas características comportamentais. Vejam quais são elas:

– Dificuldade em entender discursos;

– Entender contextos, situações afetivas e emocionais que envolvam comunicação olho no olho, gestos, olhares;

– Pouca compreensão para entender o uso de algumas palavras em duplo sentido;

– Hiperfoco em ferramentas, instrumentos, mecanismos tecnológicos e coisas materiais;

Existem mais situações em que as pessoas podem conviver com o autismo e não sabem. Nesse caso, esses comportamentos passam despercebidos, a saber:

– Quando o indivíduo é extremamente ingênuo;

– Quando não desconfiam de determinados sinais sociais;

– Quando possuem linguagem direta;

– Não sabem falar de maneira mais delicada e utilizam linguagem direta;

– Quando tem certa obsessão por seguir regras, rotinas, detalhes sequenciais de tarefas;

– Irritam-se facilmente quando as coisas saem da rotina;

– Outros.

Autismo em adultos: atento aos sinais

Com o acesso à informação acerca das características presentes no autismo, as pessoas conseguem obter formas de receber o diagnóstico. No entanto, é importante salientar que somente com auxílio de um profissional é que a resposta deve ser considerada. Procure por ajuda com especialistas e veja o que pode ser feito.

 

 

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125 respostas em “Autismo na vida adulta: o que é preciso saber?”

OI sou mae de 2 adolecentes com o diagnostico TEA.
Tenho observado que muitos de meu comportamentos e devido a criacao que eu recebe quando era crianca. Hoje em minha realidade esta afetando o desenvolvimento de meus filhos. Entao gostaria de participar

tive meu diagnóstico numa consulta onde minha filha estava sendo avaliada aí não 1 mais 2 diagnósticos de autismo.
hoje aos 52 anos sei a importância das terapias é minha filha hj aos 28 estamos bem.

Oi Meiry, td bem? Tenho uma uma filha de 20 anos autista. Podemos conversar p falar sobre e trocar experiências? M

Olá, também tenho um filho com 20 anos, autista. Se quiser conversar, me chama no WhatsApp 92 99284-3787. Nelma

Oie, tudo bem? Eu sou adolescentes, tenho 17 anos e tem um tempo que eu suspeito que talvez eu esteja no espectro autista.
Mas tenho receio de conversar com meu pai sobre, para conferir com um profissional se tenho ou não. Não gosto de incomodar…

Você se importaria de me falar um pouco sobre? Só para eu poder conferir se meus comportamentos parecem mesmo ser do espectro ou se eu estou só me confundindo

Convivo a 14 anos com meu marido e depois que minha sobrinha nasceu, eu percebi que ele é autista e não aceita , infelizmente as atitudes dele me levam a pedir o divórcio, tô muito triste ,pq queria ajudar ,temos 2 filhas ,tô muito arrasada, minha mãe e professora ela sabe que ele é, eu já avisei pra mãe, pra tia ,pros parentes dele ,mas eles dizem que isso é bobagem . Sou de Manaus Amazonas

Convivo a 14 anos com meu marido e depois que minha sobrinha nasceu, eu percebi que ele é autista e não aceita , infelizmente as atitudes dele me levam a pedir o divórcio, tô muito triste ,pq queria ajudar ,temos 2 filhas ,tô muito arrasada, minha mãe e professora ela sabe que ele é, eu já avisei pra mãe, pra tia ,pros parentes dele ,mas eles dizem que isso é bobagem . Sou de Manaus Amazonas

Tenho um filho de 29 anos, autista, que gostaria de conhecer outros autistas para irem ao cinema, conversar…Somos de Santos….

Irônicamente assim somos enrolados pelas garotas por meses a fio até alguém te dizer: ” Acho que ela está te enrolando.” Pse também acho não é?

“Eu não acho, tenho certeza!”

Isso me entristece, pois as vezes parece que as pessoas têm pena de nos contar a verdade. Estou desde do dia 2 de Janeiro esperando para sair com uma garota, que foi a única que aceitou sair comigo. Infelizmente na primeira vez ela saiu como minha amiga umas 7 ou 10 vezes, me ensinou um tal de “selinho” (acho ridículo ter um nome próprio para algo que é uma versão menor de outra coisa mais tudo bem) aí ela parou de sair comigo depois de ter me convidado para a festa do aniversário dela. Achei estranho minha mãe me perguntar quem era o rapaz do qual ela passou a festa toda de mão dada, dançou e tal. E eu ainda jurei de pé junto que ela me disse que era só amigo dela. Aí depois ela aceitou sair comigo denovo, mas eu estava na praia, e combinamos de remarcar e ela aceitou. Bom já estamos no dia 08/04 e ela não parou para marcarmos um local. Acho que pior que ser receitado 11 vezes, e ainda ter que escutar a frase “Mas nós não podemos terminar, nós nunca começamos.” É ser iludido, e enrolado porque as pessoas não têm culhão para te explicar as coisas e dizer que não quer ficar contigo. Não pedi para nascer autista, mas infelizmente as pessoas têm medo do desconhecido. Espero algum dia encontrar alguém que seja sincera comigo, não me poupando da verdade, pois se nem a vida amansa para bater, porque nós deveríamos?

meu filho e altista e fico na duvida meu marido apresenta quadros de altismo e ao mesmo tempo bipolar e nao conssigo leva lo ao medico , mas estou confiante que vou cosseguir e muito inportante para mim

Se alguém não quer o teu amor, deixe esse alguém pra lá. O que importa de verdade é você saber o valor que tem, é ser uma pessoa voltada para o bem. Cuide de você, dos seus pensamentos, aprenda a amar você mesmo, pois a tua vida é uma dádiva divina. Seja feliz do jeitinho que você é e valorize quem valoriza você.

Sou pai de um filho autista, hoje com 7 anos e acompanhando agora AGORA E
ele na primeira terapia e as coisas que eles super sabe fazer e estou aqui lendo isso… alguma coisa parece ter alguma ligação com meu desenvolvimento!!! Mas, será que sou autista e com 38 anos não sabia???

Ficou esta dúvida!?

Olá Rodiney,
Primeiramente obrigada pela confiança!
Nesses casos orientamos buscar um especialista pessoalmente para lhe dar melhores informações e orientação assertivas sobre o caso.
De qualquer forma,temos conteúdos no youtube.com/neurosabervideos e Artigos em nosso Blog: http://www.neurosaber.com.br/artigos que podem te ajudar em muitas questões.
Atenciosamente,
Equipe NeuroSaber

Descobri que sou autista hoje, eu sempre gostei muito de som; alguns dias atrás eu mesmo percebi meu jeito de conviver com as pessoas, hoje meu irmão ligou o som, eu sei lá, parece q vou dar um surto a qualquer momento; tudo q eu li nesse texto sobre autismo, se encaixa exatamente comigo, eu tô aque na minha cama tremendo me revirando fechando os olhos e abrindo toda hora, parece q tem um radar no meu celebro emitindo um sinal q ta me deixando muito desconfortável, tô muito confuso

Olá Vagner, tudo bem?

Primeiramente agradecemos pela confiança! Nesses casos orientamos buscar um especialista pessoalmente para lhe dar melhores informações e orientação assertivas sobre o caso. De qualquer forma, temos conteúdos no youtube.com/neurosabervideos e Artigos em nosso Blog: http://www.neurosaber.com.br/artigos que podem te ajudar em muitas questões.

Sol,
Equipe NeuroSaber 💙

É possível! Às vezes só descobrimos que tbm somos autistas, qdo descobrimos que nossos filhos são. É um espectro, às vezes pode passar despercebido. Procure um neurologista ou um psiquiatra e tenha seu diagnóstico.

Eu acho que sou Autista. Tenho 47 anos e ficou mais evidente com a convivência com os colegas de trabalho. Tenho muita dificuldade de interagir mesmo me esforçando bastante, sempre me sinto um passo atrás das outras pessoas. Fico bastante desconfortável em ambiente cheio, dificuldade em me expressar em dizer um “não” as pessoas que me pedem algo, depois fico sabendo que era para me prejudicar. Tenho pavor de discussão e gritaria. Eu achei que só era timidez mas com o tempo percebi quem tem algo a mais por ter extrema dificuldade de interagir até mesmo com a família.

Tenho 53 anos,levei meu filho que estava com 17 anos a psiquiatra ,ela detectou autismo leve ,cindrome de aspenger e só então percebi que muitas coisas que ele relatou acontecia comigo desde sempre e eu não tive avaliação em toda minha vida.É muito estranho passar desabercebida toda sua existência, vê que agia diferente e nunca ter percebido algo errado,esta sendo um choque de realidade.

O adulto autista ele não consegue demonstrar afeto pela parceira e não consegue ter uma vida normal de um relacionamento afetivo?
Digo isso, pq acredito que meu namorado é autista e tudo esta se encaixando.

Discordo do colega que disse que ele só não quer comentar mesmo. É necessário analisar se é um autista de baixo funcionamento ou alto funcionamento. Ele pode sim ter dificuldade de expressar o que sente, porém pode ser ensinado a fazer, mas não é algo da noite para o dia. Acho muito ruim comentários que fecham todos em um pacote só. Há diferenças entre eles, assim como nos neurotipicos. Busque ajuda para seu namorado e não desista

Bom dia P, gostaria de falar c vc, também tenho 46 anos e acho que sou autista, vou iniciar os exames semana que vem

Tenho 47 anos e minha filha (14) anos, foi diagnosticada com autismo leve. Me pareço muito com ela. Tudo que acontece com ela, lembra minha infância. Acho que sou tbem. Tudo se encaixa.

A mente realmente sempre terá muito a Estudar Cientificamente. Tal como o suportar a dor ou não percebê-la é altamente subjetivo!

Acho que precisa descartar questões neurológicas através de exames e concomitantemente procurar um psicólogo/ pasicanalista. A neurologia não está apta a lidar com a psiquê

Acredito ser relativo se vai ajudar ou não.
No meu caso, que tenho 43, achei muito relevante pelo fato de finalmente começar à compreender um pouco mais sobre um aspecto de mim mesmo.
Desde que me entendo por gente, as pessoas à minha volta me diziam e ainda dizem que sou muito inteligente. No entanto, nunca me senti assim. Até pelo contrário. Sempre soube que tinha algo de diferente em mim, mas nunca soube o que era até então. Achei relevante descobrir agora para poder tentar mudar alguns traços comportamentais que sempre me incomodaram muito.
Apesar de ter uma boa convivência com todos à minha volta, sempre achei desafiador lidar com relacionamentos interpessoais.

Me identifiquei bastante com seu relato. Tenho 33 anos e lidar com pessoas é desafiador, fico desesperado de ter que falar em público ou discursar até em reuniões de família. As pessoas me vêem e dizem que sou inteligente, mas não me vejo assim.

Eu já não gosto de ficar no meio de muita gente me sinto incomodada, desde criança sempre tive dificuldades no aprendizado da escola, tenho muita dificuldade de entender as coisas, me irrito facilmente, não tô mais gostando de barulhos. Não sei se isso é autismo ou outra coisa tenho 32 anos

Tenho 33 e você relatou exatamente o que venho sentindo ultimamente, tenho pensado muito nessa possibilidade. tenho foco em determinada coisa por um tempo e depois perco o interesse, faço coisas que não tenho conhecimento e as vezes altamente difíceis,mas não consigo me concentrar o suficiente para passar em um vestibular (exemplo), sou auto de data em várias coisas e aprendendo as coisas que quero muito rápido.

Olá, Christian

Esse comportamento pode ser por muitos motivos diferentes. Temos muitos conteúdos que podem te ajudar a entender melhor isso. Acesse youtube.com/neurosabervideos e também aqui em nosso blog que podem te ajudar.

Um NeuroAbraço!

Webster – Equipe NeuroSaber 💙

Tenho um filho de 30 anos, biólogo, pós graduado em análises clínicas e nunca conseguiu um emprego. Eu sempre desconfiei no autismo mas todos me criticava e não tive apoio de ninguém para entender sobre o assunto, afinal qdo criança e até hj, não se tem um diagnóstico exato. Quero muito ajuda-lo e não sei como. Ele só sai de casa qdo necessário. Tem carteira de motorista mas não gosta de carro, de dirigir nada. Só se interessa por tecnologia, é bom, gênio mas sem emprego. Não sei como ajudar meu filho.

Me chamo Márcio tenho 51 anos e sinto os mesmos sintomas iguais o seu Marcia.

Eu já não gosto de ficar no meio de muita gente me sinto incomodada, desde criança sempre tive dificuldades no aprendizado da escola, tenho muita dificuldade de entender as coisas, me irrito facilmente, não tô mais gostando de barulhos. Não sei se isso é autismo ou outra coisa tenho 32 anos e eu não consigo falar em publico ou em entrevistas

Sim ajudaria, pois não há marcadores biológicos para essa condição, mas há tratamento e adequação para estruturar sua vida e evitar o colapso (meltdown, shutdown e burnout! Pense nisso!

como encontrar ajuda se não consigo ir atrás da ajuda? sempre soube que tinha algo de estranho comigo as pessoas dizem que sempre sou direta demais, as vezes até grossa, não consigo mentir, e é muito difícil manter contato e relacionamentos, me contento somente com meu marido e meu filho, no máximo meus pais. sofro de ansiedade desde criança e sempre ouvi que era muito inteligente e autodidata…. queria saber se não estou enlouquecendo.

complementando meu comentário, não sei se tem algo a ver mas eu tive um episódio de epilepsia dos 17-19 anos, interrompi o tratamento porque tive muitas alucinações…

Olá Gabbe,
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Não está sou igual gabbe e tenho problemas não só no meu dia a dia mas trabalho tbm pq eu não consigo me fixar,sou direta , verdadeira e dizem que até sou grossa não acho mas tudo bem.É difícil viver no mundo onde as pessoas não estão adaptadas ao seu modo de ser,fora o que vc citou odeio sair fora da rotina ,ser tocada e questão fala não sou boa ,sons , cheiros entre outras coisas a mais gera transtorno e questão escrita me ajuda a tentar expor o que quero expressar a alguém mais fácil entenderem.

Descobre que meu namorido é altista,ele tem 40 anos mas leva uma vida normal, dentro do quadro dele.ainda estou aprendendo a lidar com ele,estou tentando,mas estou achando dificil pois ele é muito arredio

Eu tb estou tentando lidar com meu marido, sempre soube q tinha algo q nao conaegui indentificar, ate ter nosso filho e diagnosticar autismo … Ai descobri q meu marido o pai dele é aautista…qnd criança voce faz tratamentos da estrutura para uma melhor convivencia, e qnd é adulto q nunca teve tratamento a mae sempre achou q era diferente, mais nao tinha recurso …entao cresceu e vou falar ta dificil … Estou ate estudando tecnicas terapéuticas para entender

Olá,
Sou psicóloga e atendo pessoas de todas as faixas etárias. Tentar diagnosticar a si mesmo não é uma boa idéia, pois uma característica do autismo que vc percebe em você pode ser muitas outras coisas. O diagnóstico de autismo é complexo e envolve um exame muito cuidadoso do profissional. Eles estudaram anos e foram treinados para isso. Procure um psiquiatra ou psicólogo especializado que possa lhe ajudar.

Sou de Belo Horizonte, como descobrir profissionais sejam psiquiatras ou psicólogos aptos lidar como autismo adulto? Já procurei mas as recomendações na internet são vagas. Tem alguma associação, site ou lugar que possa facilitar essa busca?

Eu gostaria muito de saber por onde eu começo. Me encaixo em quase todos os exemplos alí, mas não sei qual o primeiro passo que eu devo tomar.

Olá Lucilene,
Primeiro passo é procurar um especialista em autismo ou neurologista para uma avaliação.
Atenciosamente,
Equipe NeuroSaber

Olá,
Gostaria de ler mais sobre as pessoas que lidam com autistas. Meu marido teve diagnóstico tardio, aos 48 anos e finalmente encontramos respostas. Ocorre que ele não quer tratamento e os comportamentos prejudiciais à sua vida continuam e isto acaba por arrastar a família junto. É extremamente cansativo, por mais que eu seja paciente. E nossa saúde mental, como fica? E nossa vida social, será sempre sem ele? Meu filho quer sair com o pai, eu preciso compartilhar o trabalho intelectual de gerir e manter uma casa. Sinto que sou mãe dele, não esposa. O que faço?

Olá Paty,
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Olá, me identifiquei muito com o seu relato, vivo diariamente esse desafio.
Meu esposo não aceita o fato de eu achar que ele é autista e não sei mais o que fazer, tudo fica nas minhas costas e é cansa demais, me sinto mãe dele.

Oi , passo pela mesma situação. Estou ha 2 anos com meu marido e foi eu quem notou as suas particularidades e dificuldades. Procura um psicólogo para convencê lo a tomar medicação. Vc tem razão, leva a família pro buraco. Todos sofrem, então se ele não faz por ele, que faça por todos vcs.

Gostaria de saber onde encontrar especialistas em autismo em SPaulo ou no ABC Paulista. Qdo se busca no google por especialidades como psiquiatria ou neurologia, não é comum que o especilista figure na internet como especialista em autismo, sobretudo em adultos. É muito difícil saber por onde começar. Quase todo conteúdo disponibilizado nas redes tem como foco crianças e adolescentes.

Meu marido tem atitudes de alguém q vive fora da realidade. Dificuldade p resolver situações de conflito, normalmente foge de conversas sérias. Qdo discuto com ele, não fala nada ou distorce minhas palavras e no dia seguinte age como se nada tivesse acontecido. Sei q não é uma pessoa má, costumo dizer q veio a passeio nessa vida. Não se comove, não se irrita ao extremo, não reflete sobre situações, costuma tampar o sol com a peneira, como se diz. Não sei no que acredita, quais seus sonhos, não pondera, não desenvolve uma conversa sobre um tema emocional meu ou das minhas filhas, sempre simplifica com uma frase do tipo, “Ah, não sei não!”. Só sei q sou infeliz nesses 26 anos de vida comum, nunca tive um companheiro, um amigo, um cúmplice, somos “cada um por si” e tudo nas minhas costas, desde as necessidades básicas das minhas filhas como as necessidades psicológicas. Ele nunca se interessa por nada q aprofunde em emoções.
Desabafando com uma amiga ela me falou: será q ele não é autista?
Isso é possível num homem com 70 anos? O q posso fazer p descobrir? Descobrir pode ajudá-lo?

Olá Debora,
O diagnóstico para o Tea na idade adulta é feita a avaliação com um psiquiatra ou neurologista.
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Eu tenho 35 anos, e dos 3 aos 6 minha mãe vivia comigo em visitas ao neurologista. Nunca fiquei sabendo ao certo qual era o meu diagnóstico, porque eu sempre tive um comportamento isolado, aprendi a ler e escrever aos 4 anos de idade, sempre tirei notas boas na escola até o ensino médio, mas uma coisa que até hoje eu estranho demais, é que não consigo me referir aos meus pais nem parentes diretamente pelos títulos: pai, mãe, tio, tia… Sempre pelo nome. E quando tento, tenho a sensação de que não é certo fazer isso. Só consigo ter expressão de emoções quando alguma coisa me incomoda ou me agrada muito, mas na maioria do tempo, sinto que não há a necessidade de tudo isso. Minha esposa é totalmente o contrário de mim, ela ficou comigo por eu ser tranquilo na maior parte das vezes, e por ser previsível… Acho que é isso. Bom, comecei a me sentir incomodado com meu próprio comportamento a partir dos 30, porque fiquei menos sociável, tenho muitos comportamentos repetitivos quando estou nervoso, tipo bater o pé, barulhos e multidões me irritam. Uma vez tive uma crise de Pânico na praça de alimentação do shopping, era um dia que estava tudo lotado.

Logico que é possível. eu tenho um filho que acredito que seja asperger mas ele acha que não. Nunca vai fundo em nada e quando tem um problema tenta justificar de alguma forma para não enfrentar. cobre oo sol com a peneira. muito dificil conviver com pessoas assim. Destroem a vida da gente.

Meu amigo quer fazer o exame para saber se é autista, más o sus não faz ☹ele disse que já tentou falando com o médico sem sucesso, quero que ele não desista. Obrigado

Me chamo Matheus, tenho 24 anos, fiz aniversário dia 20 de fevereiro. Há uns meses comecei a fazer um “autoexame”, lembrando de acontecimentos da minha infância, cheguei a perguntar pra minha mãe se ela já “tinha me escondido algo, pelo meu bem”, ela até disse que sim, mas não quis contar o que (minha mãe também gosta de mistérios), e desde então venho procurando saber mais sobre a mente autista, pois diante dos sinais, muitos se encaixam a mim, e inclusive a minha vida adulta, sempre “sofri” bullying de colegas dizendo “ele é autista, o math é autista” e na verdade eu até gostei dessa sinceridade pois me fez pensar em tudo, e não achei ruim essa possibilidade de ser autista, me julguem, mas me sinto “especial” rs. Bom, por incrível que pareça, com todas essas dificuldades da mente, falta de atenção, quando estou estudando até olhar pra parede fica mais interessante, sou formado em Enfermagem, estou tendo dificuldades para encontrar algo na minha área, até porque depois de formado que entendi a importância de um Enfermeiro, lidar com vidas, um erro meu e pum, a pessoa morre, faltou confiança, até porque percebi que tenho dificuldades motoras (por conta do autismo? talvez). Mas estou feliz, nessa busca insana de autoconhecimento, venho me interessando muito pelo assunto. Ai vem a pergunta, seria possível um autista ajudar outros autistas?

Olá Matheus,
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Importante que busque um especialista na área para ter um diagnóstico assertivo.
Com relação em ajudar, sim, todos podemos colaborar levando informações a outras pessoas sobre o assunto.😀
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Voltando ao comentário anterior de meu filho de 30 anos, as pessoas sempre me criticavam no modo em que eu tratava meu filho, mas no fundo só eu sabia que ele precisava muito de mim. Gostaria de saber se existe algum grupo de apoio ou reuniões para autistas, quem sabe nessas reuniões, não surgem oportunidades para eles? Chega de bulling e de desemprego!!!! Eles merecem e tem condições intelectuais para atuar em diversas áreas. Vamos nos ajudar????

Meu filho fez 14 anos, tem síndrome de dow. Sempre teve problemas de agressividade. Sempre tive problema na escola de morder, puxar cabelo, beliscões.
Agora com a pandemia e essa fase de adolescência tá pior, muito agressivo. E falava, pouco nas falava, agora reduziu demais a fala. Sempre perguntei ao psicólogo, psiquiatra se ele era autista, ele disseram que não. A pessoa pode desenvolver autismo?

Olá Aline,
A pessoa nasce com autismo não tem como desenvolver.
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Meu filho fez 14 anos, tem síndrome de dow. Sempre teve problemas de agressividade. Sempre tive problema na escola de morder, puxar cabelo, beliscões.
Agora com a pandemia e essa fase de adolescência tá pior, muito agressivo. E falava, pouco nas falava, agora reduziu demais a fala. Sempre perguntei ao psicólogo, psiquiatra se ele era autista, ele disseram que não. A pessoa pode desenvolver autismo?

Eu tenho 35 anos, e dos 3 aos 6 minha mãe vivia comigo em visitas ao neurologista. Nunca fiquei sabendo ao certo qual era o meu diagnóstico, porque eu sempre tive um comportamento isolado, aprendi a ler e escrever aos 4 anos de idade, sempre tirei notas boas na escola até o ensino médio, mas uma coisa que até hoje eu estranho demais, é que não consigo me referir aos meus pais nem parentes diretamente pelos títulos: pai, mãe, tio, tia… Sempre pelo nome. E quando tento, tenho a sensação de que não é certo fazer isso. Só consigo ter expressão de emoções quando alguma coisa me incomoda ou me agrada muito, mas na maioria do tempo, sinto que não há a necessidade de tudo isso. Minha esposa é totalmente o contrário de mim, ela ficou comigo por eu ser tranquilo na maior parte das vezes, e por ser previsível… Acho que é isso. Bom, comecei a me sentir incomodado com meu próprio comportamento a partir dos 30, porque fiquei menos sociável, tenho muitos comportamentos repetitivos quando estou nervoso, tipo bater o pé, barulhos e multidões me irritam. Uma vez tive uma crise de Pânico na praça de alimentação do shopping, era um dia que estava tudo lotado. Desde então, comecei a desconfiar dessa condição porque quem comentou isso superficialmente foram minhas tias, minha mãe nunca comentou isso comigo, inclusive porque eu tinha um comportamento social considerado “normal”, mas na adolescência sempre era taxado de esquisitão. Eu fico em dúvida se devo procurar um neuro, psicólogo (a) ou psicanalista.

Na primeira consulta o neuro já pode me dar um diagnóstico ou não? Faço terapia tem 2 anos e a psi já disse q eu procurasse ajuda, mas confesso q tenho medo da vdd.

Olá Bruna,
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Preciso de indicação de um Neuro para meu filho com 44 anos,tenho certeza que ele tem tea.
Está precisando urgente de acompanhamento

Tenho 47 anos. Sofri a vida inteira com vários itens elancados no diagnóstico de um autista

Sempre fui julgado como anti social, chato, esquisito, e até psicopata

Hoje com um filho de 4 anos, diagnosticado com autismo, fiquei sabendo de sua psicóloga que eu, ainda é preciso realizar testes, também tenho.

O mundo melhorou. Para mim, que sou de 1974, foi terrível.

E sim, estou até aliviado de saber que esse, durante todo esse tempo, era nada mais que autismo.

Como sofri, e sofro até hoje, com ansiedade e sentimento de rejeição.

Minha filha foi diagnosticada com autismo aos 25 anos. Ela vinha enfrentando muitas dificuldades de interação social no trabalho. A partir disso percebi que eu também tenho, possivelmente. A partir disso, muita coisa que eu enfrentei durante a vida, ganhou uma nova explicação. Sempre fui inteligente acima da média, mas para entender a vida eu era lenta. Passava nas provas com muita facilidade, mas tinha dificuldades sociais, não conseguia entender porque eu me sentia diferente sempre. Levei uma vida quase normal, porém desenvolvi ansiedade, por não entender muitas coisas.

Olá,
Sou psicóloga e atendo pessoas de todas as faixas etárias. Tentar diagnosticar a si mesmo não é uma boa idéia, pois uma característica do autismo que vc percebe em você pode ser muitas outras coisas. O diagnóstico de autismo é complexo e envolve um exame muito cuidadoso do profissional. Eles estudaram anos e foram treinados para isso. Procure um psiquiatra ou psicólogo especializado que possa lhe ajudar.

Olá, Adriane

Agradecemos pela confiança em nosso trabalho. É indicado procurar um especialista como Neurologista, para lhe dar melhores informações e orientação assertivas.

Webster,
Equipe NeuroSaber 💙

Tenho dificuldade de estar com pessoas , sou muito metódica mas não tenho certeza se é autismo . Tive uma infância dentro de uma família tóxica desconfio de tudo . Sou muito apática e medrosa e insigura.

Olá, Allanna

Sem avaliação não podemos dar uma orientação precisa. É importante buscar um especialista para lhe dar melhores informações e orientação para uma intervenção. De qualquer forma, temos conteúdos no youtube.com/neurosabervideos e também em nosso blog que podem te ajudar em muitas questões.

Webster,
Equipe NeuroSaber 💙

Gostaria de saber se sou autista, recentemente meu filho foi diagnosticado com grau leve, meus familiares suspeitam que eu sou, pois tive um comportamente parecido quando criança. Como faço, mesmo depois de adulto? Tenho 36 anos.

Olá Kennede, tudo bem?

Primeiramente agradecemos pela confiança! Nesses casos orientamos buscar um especialista pessoalmente para lhe dar melhores informações e orientação assertivas sobre o caso. De qualquer forma, temos conteúdos no youtube.com/neurosabervideos e Artigos em nosso Blog: http://www.neurosaber.com.br/artigos que podem te ajudar em muitas questões.

Solange,
Equipe NeuroSaber 💙

Olá, estou investigando tea, por que todos me acham estranha, e tenho hiperfoco, seletividade alimentar, o barulho me emcomoda, e etc ….. Minha mãe falou com 4 anos, e andou com 7 anos, era um pouco retraída, e não conseguiu se alfabetizar, minha irmã do meio, foi diagnosticada com transtorno de personalidade, tomou muita medicação e eletrochoque na fase adulta, era alfabetizada, terminou o antigo ginásio, e ficou depressiva, usou álcool e faleceu de parada cardiorrespiratória aos 53 anos. Com tudo isso será que sou tea grau leve?

Olá, Maria

Antes de tudo, agradecemos pela confiança em nosso trabalho. Nesses casos orientamos buscar um especialista pessoalmente para lhe dar melhores informações e orientação assertivas sobre o seu caso. Sem avaliação não podemos dar uma orientação precisa. De qualquer forma, temos conteúdos no youtube.com/neurosabervideos e também aqui em nosso blog que podem te ajudar em muitas questões.

Webster,
Equipe NeuroSaber 💙

Oi eu tenho 16 anos e só agora venho tendo sinais de autismo tanto que já marquei um médico faz acho que uns 5 meses que venho sentindo que os sintomas pioram mas não entendo por que na infância eu quase não tinha sinais
Tenho dificuldade de olhar no olhos de desconhecidos odeio comida com textura sons muito altos me deixam irritada e confusa não consigo parar quieta se não estou me balançando estou batendo o pé
Entre outras coisas e queria saber se é possível que o autismo fique “controlado”
Como vou ir ao médico me deixa angustiada em ir lá sem saber direto oque falar muito obrigada pela atenção e espero muito que minha pergunta possa ser respondida(. ❛ ᴗ ❛.)

Olá, Geovana

O TEA nunca se manifesta de maneira idêntica nos pacientes. Há pessoas com autismo que trabalham, estudam e aproveitam tudo que uma vida social pode oferecer. Por outro lado, existem aqueles que precisam de mais cuidados por não desfrutarem de tanta independência. Diante disso, é importante que o tratamento esteja nas mãos de pessoas que tenham todo o preparo para lidar com cada caso.
A informação técnica e de qualidade seguida do diagnóstico de um profissional responsável é a melhor forma de lidar com esse tipo de situação.

Webster – Equipe NeuroSaber 💙

Olá prezados;
A partir da leitura de alguns artigos e tendo convivência com algumas pessoas, fui pontuada de alguns comportamentos que eu mal sabia que tinha tais como me isolar qdo estou em um grupo grande de pessoas, distinguir o real do que não é, não interpretar e não compreender algumas coisas com facilidade e não compreender atitudes de brincadeiras. Além disso sofro bastante com ansiedade, tenho algumas fixações e até mesmo alguns movimentos involuntários com os pés principalmente qdo estou em crises. Ah… a fala sozinha com o IMAGINÁRIO tbm se faz presente e eu tenho plena ciência disso .A pouco tempo atrás descobri uma tendência muito forte de netos autistas vindo da família do meu pai ( de uma mesma mãe são 3 e se outra 1). Levantando mais ainda os históricos descobri mais uma leva onde na época não sabia o que era. De uns tempos para cá mesmo sendo uma pessoa funcional tenho uma certa desconfiança de que faço parte do grupo que não sabe do diagnóstico. Tendo esse histórico e essa percepção qual seria os caminhos que devo percorrer?

Olá Mariana, tudo bem?

Primeiramente agradecemos pela confiança! Nesses casos orientamos buscar um especialista (Neurologia) pessoalmente para lhe dar melhores informações e orientação assertivas sobre o caso. De qualquer forma, temos conteúdos no youtube.com/neurosabervideos e Artigos em nosso Blog: http://www.neurosaber.com.br/artigos que podem te ajudar em muitas questões.

Sol,
Equipe NeuroSaber 💙

Tenho 57 anos, e nem preciso ser diagnosticado, pois me vejo em praticamente todos relatos, sempre desconfiei, ate um dia em que uma senhora foi trabalhar em minha casa, tambem com aparencia de autismo, foi das conversas que comecei a pesquisar o assunto, e a pouco tempo tive um surto do nada, eu nem tava pensando nisso, como se tivesse caido a ficha, mas fora minha profissao que é o unico escape da minha, tive uma vida dificil.

Olá José, tudo bem?

Compreendo a sua situação e entendo que não seja fácil, a informação técnica e de qualidade seguida do diagnóstico de um profissional responsável é a melhor forma de lidar com esse tipo de situação. Temos conteúdos disponíveis em nosso site e canal do Youtube acerca da temática, vale a pena conferir: https://youtube.com/neurosabervideos

Sol,
Equipe NeuroSaber 💙

Boa noite, tenho 27 anos, há pouco descobri que sou autista porém não fazia ideia de que receber esse diagnóstico na minha idade, iria me afetar tanto, eu sou lupico também, já lido com essa loucura de não viver 100, pois minha vida se resume em médicos e hospitais..
Pra resumir depois de alguns lapsos temporais de esquecimento, TDH, irritabilidade, imperatividade, gagueira, importante salientar que fui chacota a vida inteira, pelo fato de ser gago, não me enturmar com os demais , não querer jogar bola com a turma , não querer participar do projeto , apresentação e etc, tudo isso era uma tormenta pra mim.
Fui encaminhado pra psicopedagoga e foi descoberto o TEA, querendo conversar comigo, estou aberto a dialogar vou deixar meu contato, whatsapp.
083981018788.
Tem muitas outras coisas, mais detalhe que não cabem aqui , mas minha psicóloga diz , eu não sou só o lúpus, eu não sou só o autismo, eu sou muito mais basta eu olhar pra dentro de mim com carinho.
Ah eu sou formado em direito, com com pós graduação, faço Letras inglês.
Me consideraram CDF, a vida toda.
Mas sou meio ingênuo pra outras coisas.
Obrigado pelo carinho e atenção.

Olá Risonildo, tudo bem?

Agradecemos a sua confiança em compartilhar isso com a gente. Agora com o diagnóstico de um profissional responsável, será a melhor forma de lidar com esse tipo de situação. Em nossos canais temos muitos conteúdos que vão te ajudar a entender melhor. Confira nosso canal no Youtube e nosso Blog e continue sempre de olho em nossas redes sociais! 💙

Sol,
Equipe NeuroSaber 💙

Olá! Meu marido não consegue usar uma tesoura, mas nunca responde com sim ou não, ela quero, mas não não quero, não consegue pegar com as pontas de dois dedos, sempre 3. No trânsito vê que tudo. Mas dirige muito bem vê todos os detalhes no caminho. Tipo roupas das pessoas dentro das lojas, e que passamos por segundos na porta. Fala olhando para o peito das pessoas, homem ou mulher. Ele é disléxico. Pode ser altismo?

Olá Thais, tudo bem?

Esse comportamento pode ser por muitos motivos diferentes. Nesses casos orientamos buscar um especialista pessoalmente para lhe dar melhores informações e orientação assertivas sobre o caso. De qualquer forma, temos conteúdos no youtube.com/neurosabervideos e Artigos em nosso Blog: http://www.neurosaber.com.br/artigos que podem te ajudar em muitas questões.

Sol,
Equipe NeuroSaber 💙

Tenho 50 anos e fui fazer diagnóstico de tdah mas descobri que sou autista. Explica muita coisa na minha vida. E meu QI é de 121, acima da média, vamos ver se consigo tirar algum proveito disso

Olá Julio, tudo bem?

A informação técnica e de qualidade seguida do diagnóstico de um profissional responsável é a melhor forma de lidar com esse tipo de situação. Temos conteúdos disponíveis em nosso site e canal do Youtube acerca da temática, vale a pena conferir: https://youtube.com/neurosabervideos

Sol,
Equipe NeuroSaber 💙

Tenho um filho de 18 anos e tenho desconfiado que, talvez tenha algum grau de TEA. Nunca me ocorreu quando era criança, primeiro porque eu não tinha muito conhecimento sobre o assunto e, segundo, porque ele sempre foi uma criança muito sociável, afetiva e comunicativa. Mas, hoje, analisando, ele sempre teve algumas “manias” que tenho visto sendo citadas como características do espectro: hiperfoco em determinados assuntos por um tempo e depois perdia o interesse, enfileirar obsessivamente objetos, facilidade para algumas atividades complexas (tocar violino, por exemplo) e dificuldade para atividades básicas( amarrar os cadarços dos sapatos), etc. Com o passar dos anos, algumas manias foram se tornando mais evidentes e, depois do período de isolamento da pandemia, a parte de socialização ficou bem comprometida: está muito isolado, calado, tem dificuldade para estabelecer contato visual de demonstrar afeto. É possível que esteja no TEA e isso só tenha se tornado mais evidente agora? Como agir neste caso e conversar sobre isso com ele, nesta idade tão complicada?

Olá Fabiana, tudo bem?

As mudanças na rotina em tempos de pandemia podem ser ainda mais estressantes para pessoas com autismo, e como existes vários tipos de autismo, se não houver um acompanhamento, pode ocasionar uma piora nos sintomas sendo momentânea ou não. Por isso importante ter um acompanhamento de um especialista.

Te indico dois vídeos do nosso canal sobre o tema, vale a pena conferir:
https://www.youtube.com/watch?v=TmEI_QOg5a0
https://www.youtube.com/watch?v=KeKN14j95H8

Sol,
Equipe NeuroSaber 💙

Tenho 32 anos as vezes acho que sou autista por ter comportamentos diferentes de outros, não consigo me interagir igual os outros, não tenho muito assuntos com as pessoas e isso me incomoda .. tenho 2 sobrinhos com sintomas de autismo e desconfio ter também..aprendo as coisas muito fácil, aprendi inglês por conta, agora estou aprendendo piano, mas não gosto de falar com as pessoas, geralmente gosto mais de ouvir, gosto de conversar se alguém tenta conversar comigo, mas mesmo assim ainda depende do tema a ser conversado… no meu relacionamento, não sou nada romântico e carinhoso, sinto que minha esposa sente falta disso mas não consigo mudar infelizmente, já tentei mais não consigo

Olá Andre, tudo bem?

Primeiramente agradecemos pela confiança! Nesses casos orientamos buscar um especialista pessoalmente para lhe dar melhores informações e orientação assertivas sobre o caso. De qualquer forma, temos conteúdos no youtube.com/neurosabervideos e Artigos em nosso Blog: http://www.neurosaber.com.br/artigos que podem te ajudar em muitas questões.

Separei um vídeo sobre o assunto que vale a pena conferir: https://www.youtube.com/watch?v=WBfdzNzUUM8

Sol,
Equipe NeuroSaber 💙

Olá, tenho 38 anos, e desde sempre me enti estranha. Minha lembrança mais antiga é que quando eu tinha 6/7 anos tinha muitos problemas de relacionamento e comportamento na escola, fato que fez com que minha mãe me deixasse na escola apenas ate a horo do recreio, depois me evava pra casa. Na vida adulta, sou professora e passei a estudar sobre psicologia e comportamentos, ai me encontrei com vários traços de autismo, mas nunca fui diagnosticada. Mas, achar que tenho autismo me faz entender muita coisa sobre mim.

Olá, tudo bem?

fácil, a informação técnica e de qualidade seguida do diagnóstico de um profissional responsável é a melhor forma de lidar com esse tipo de situação. Temos conteúdos disponíveis em nosso site e canal do Youtube acerca da temática, vale a pena conferir: https://youtube.com/neurosabervideos

Sol,
Equipe NeuroSaber 💙

Olá,
Meu nome é Sérgio, tenho 29 anos. Sempre desconfiei de algo diferente em mim, então há 3 meses eu comecei a bateria de testes para ver um “possível TDAH” e acabei descobrindo também a “sintomatologia compatível com TEA nível 1 de suporte”.
De fato era normal pra mim quando me diziam que eu era meio diferente ou desatento, mas tive uma vida normal, sempre fui MUITO bem na escola, tenho um emprego muito bom e amo o que faço (software), na faculdade ia pra festas, me divertia, bebia, sempre tive muitos amigos, hoje tenho um filho e me casei (inclusive ela, que é farmacêutica, que me fez procurar uma médica para isso, após conviver no dia a dia)
É até meio estranho falar disso assim, nessa posição, pois isso parecia bastante distante para mim (autismo), mas fazendo os exames e conversando com a Dra Mariana eu fui revivendo várias coisas na minha mente onde claramente eu estava criando estratégias para lidar com o TDAH e o TEA, desde a infância mesmo.
Eu acredito que a receita do sucesso (mesmo sem ter diagnóstico) foi que meus pais, muito amorosos, sempre deixaram eu focar no que eu era bom. O hiperfoco sempre esteve presente, aprendi diversos instrumentos tocando madrugadas inteiras no meu quarto, descobri easter-eggs jogando horas e horas de vídeo game, também aprendi a programar e entender como “tudo funciona” na parte de softwares e assim, meu hobby virou meu trabalho. Acho que aprendi mais em casa do que fora dela, e isso não aconteceu por “ficar mais tempo em casa”, mas sim pelo equilíbrio de tudo. Até pq hoje em dia trabalho 100% em casa no computador, de samba canção no conforto da minha melhor cadeira arquitetando softwares pra empresas de fora

Engraçado que meus amigos e familiares nem ficaram tão “surpresos” até por conta da minha fama de esquecido e desatento (as partes ruins hahaha) mas também por sempre ser bem inteligente e conseguir fazer coisas diferentes.
Acredito que todo mundo é genial e fantástico, mas se vc julgar um peixe pela sua aptidão em voar, ele sempre vai tirar 0. Ou vocês acham que eu não preferiria ser o Neymar? hahaha

Abraços

Olá Sergio, tudo bem?

Você tem razão, não podemos julgar um peixe pela sua aptidão em voar, muito gratificante ler seu lindo depoimento, isso mostra que o amor nos leva para frente. Agradecemos por estar aqui conosco.

Sol,
Equipe NeuroSaber 💙

Tenho um filho de 21 anos que foi diagnóstico com TEA tipo 1 ele apresenta dificuldade de ficar em lugares cheios e barulhos gosta de ficar em silêncio não consegue relacionar ele disse que tentou mais não deu certo está fazendo terapia sente muito desconforto com assuntos do dia dia tem resposta direta em tudo que pergunta Gosta de computador fez um curso de robótica e outro técnico de computação estava fazendo ciência da computação e foi quando começou a dificuldade de trabalho em grupo e ter colocar fone no ouvido pois não tolera conversas dos colegas Está fazendo natação para melhorar ansiedade

Olá Moemia, tudo bem?

Em nossos canais temos muitos conteúdos que vão te ajudar a entender melhor. Confira nosso canal no Youtube e nosso Blog e continue sempre de olho em nossas redes sociais! 💙

Sol,
Equipe NeuroSaber 💙

Tenho 58 anos,tive uma infância mto dificil por ser diferente de.meus irmãos sempre fiquei insolada de todos pq nunca gostei mto de aglomeração, barulho, sigo rotinas q as mantenho diariamente como arrumas os copos sempre na mesma ordem, sento a mesa sempre no mesmo lugar e etc… qdo mudo alguma coisa da minha rotina mim sinto perdida. Sou casada tenho 3 filhos hoje após lê e assistir algumas matérias vejo q posso ter algum tipo de transtorno

Olá Angélica, tudo bem?

É importante procurar um neurologista para que possa realizar uma avaliação e para lhe dar melhores informações e orientação assertivas sobre o caso. De qualquer forma, temos conteúdos no youtube.com/neurosabervideos e Artigos em nosso Blog: http://www.neurosaber.com.br/artigos que podem te ajudar em muitas questões.

Sol,
Equipe NeuroSaber 💙

Tenho 26.. E vendo todos os sintomas.. Acaba me dando até um alívio. Até pouco tempo não entendia oq estava indo errado.. Não é ir errado.. É não se encaixar. A uns 3 meses atrás comecei a pesquisar sobre.. Lado que vem mudando minha é saber e entender o do porque de cada coisa.
Estresse, Convívio extremamente difícil.. Muito sensível ao som.. Mudanças de humor extremamente acentuadas.. Grato por hoje saber e ter pessoas trocando essa ideia..

Olá Junior, tudo bem?

Ficamos felizes em sempre poder auxiliá-los! Continue sempre nos acompanhando!

Sol,
Equipe NeuroSaber 💙

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