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Como lidar com transtorno de comportamento na escola?

Uma escola reúne estudantes de personalidades completamente diferentes. Há aqueles alunos mais calmos, os mais introspectivos, os comunicadores e aqueles que nunca obedecem às regras. Nesse último caso, ministrar uma atividade em sala de aula pode ser um exercício de paciência e tanto. Porém, é preciso que se tenha muita cautela com as crianças, porque os transtornos de comportamentos são muito mais complexos que uma simples birra.
A educação infantil deve estar pronta para receber os pequenos de uma forma geral, mas é bem verdade que os mais questionadores, por exemplo, representam um desafio para o educador. Quando você se depara com um aluno que apresenta tais características, a melhor maneira é saber lidar com cada particularidade trazida ao ambiente escolar.

Que comportamentos são esses?

As condutas podem ser diversas e variar de questionamentos desafiadores a agressão física, em casos extremos. No entanto, é importante pontuar outros comportamentos que estão ligados ao transtorno referido neste artigo: violação de regras, desobediência em sala, intimidação da criança a outros colegas e professores; gritos, ações impulsivas, provocações, discussões e evasão escolar.
Preparo
Sem dúvida que há muitos pais e professores que não estão preparados para lidarem com essas situações. No entanto, advertir as crianças de maneira enérgica não é um passo a ser dado, embora muitos o façam. Isso porque os pequenos podem se sentir desafiados e insistirem na atitude que motivou a advertência feita.

Como lidar então?

O ponto em comum de todas as maneiras de lidar com o transtorno de comportamento é o diálogo. É importante sempre estabelecer a comunicação entre a criança e o adulto. Pergunte a ela o motivo de tanta desobediência e procure ter a confiança do pequeno. Certamente que isso não é tão simples assim, mas existem caminhos que visem à diminuição dos casos dessas condutas:
– Terapia em família: grupos de apoio que trabalham o desenvolvimento da relação entre pais e filhos são uma ótima alternativa. Nessa situação, especialistas orientam os pais a estabelecerem uma comunicação efetiva com o pequeno, além de mostrarem a eles os limites que devem ser colocados no comportamento da criança.
– Acompanhamento psicológico: a criança que apresenta algum transtorno de comportamento na escola também pode encontrar meios de melhorar sua relação e interação com os ambientes em que está. O acompanhamento psicológico pode significar um caminho muito bom para o pequeno, a partir do momento em que a terapia poderá ajudá-lo a conviver com todos à sua volta.
– Equipe multidisciplinar: nada mais indicado que atuar junto com uma equipe diversificada, que reúna terapeutas e professores de escola na busca pela melhora de conduta da criança.

E os pais?

Pais e responsáveis devem estabelecer uma comunicação bastante satisfatória com o grupo pedagógico e terapêutico a fim de chegarem a uma resposta adequada ao transtorno apresentado.
É muito importante que todos tenham paciência com a criança, uma vez que ela precisa encontrar nos adultos tanto confiança quanto autoridade. O fato de agir com cautela não significa deixar de impor limites. Muito pelo contrário, os limites são indispensáveis. Acompanhamento adequado e atenção dos pais são itens determinantes para o transtorno de comportamento.

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41 respostas em “Como lidar com transtorno de comportamento na escola?”

Tenho vários alunos em sala de aula com transtorno de comportamento, que vão desde manipulação e repressão dos colegas, até agressão física mesmo. Também tenho um autista de grau leve, mas que dentro deste contexto, mistra-se muito mais agitado. Nem sempre encontramos o apoio das famílias e, ainda temos aquelas que, tentando proteger os filhos, não levam em consideração o comportamento dos mesmos e, recriminam as outras crianças que têm dificuldades. Neste ano que está chegando ao fim, admito que estou bem esgotada. Percebi que as famílias foram a fonte de meus maiores problemas.

Boa tarde Ariadiny!
Tenho um filho com síndrome de down de 20 anos que passou pelo processo de inclusão.
posso explicar como foi, e como ele esta hoje!
Agora estou finalizando meu tcc de poós graduação em educação inclusiva e gostaria de sua ajuda e depoimetos. Sou professora também e hoje temos uma criança na escola sem diagnóstico que toma medicamento, mas descobrimos que não podemos fazer nenhum tipo de contenção na criança. então penso, como fica a segurançadele e de todos na sala de aula e na escola.
Você poderia me ajudar?
Erika Sales 19 974076445 erika@armaninet.com

Uma das barreiras que atrasa a redução dos transtornos de comportamento da criança ou adolescente é a quebra das estratégias desenvolvidas pelos educadores, na escola pública. Pais encontram dificuldades para seguir orientações de como auxiliar o aluno a ter um comportamento sociável e se acomodam para buscar solução clínica ou acompanhamento multidisciplinar. Consideram que a escola, por si só, é capaz de oferecer a todos um desenvolvimento global.

Tenho um filho de 7 anos e que no momento está dando trabalho na escola,ele já agrediu alguns de seus colegas na sala de aula, não sabe ler e nem escrever,e muito agitado estou levando ele pra consulta com a psicóloga e não sabemos ainda o que ele tem,ele vai ser encaminhado para a psiquiatra.Mas o grau de dificuldade maior e na escola e quando saímos para algum lugar ele não mi obedece e muito respondao e agitado.Estou muito preucupada com meu filho eu não sei oque ele tem.Voce pode mi ajudar?

Olá Raquel,
tudo bem? Sem avaliação , não podemos dar uma orientação precisa sobre o caso. É importante buscar um especialista para lhe dar melhores informações e orientações para uma intervenção. De qualquer forma, temos conteúdos no youtube.com/neurosabervideos e também em nosso blog que podem te ajudar em muitas questões.

Bom dia, estou com problemas com relação a minha filha de 9 anos, estou levando ela no cer cidade ademar e APAE, ela tem deifce de atenção, conversa sozinha, perde o foco com facilidade, não tem contato visual com outras poessoas temos que ficar falando constatimente olhe para nos, não consegue aprender, esquece com muita facidade o que lhe foi ensinado, tem convulção enquando dorme, toma o remédio valproato e imiprim, passa no fono-diaólogo, psicólogo, neuro, e agora a APAe diz que ela vai dar alta sobre o caso de minha filha por que (não encontram nada), gostaria de uma ajuda o que deve fazer para ajudar minha filha, já que parece que não estam querendo fazer isso por ela.

Olá Leandro, tudo bem?

Procure um UBS (Unidades Básicas de Saúde)do seu bairro, para mais informações de como solicitar um encaminhamento com o especialista(Neurologista).

Sol,
Equipe NeuroSaber 💙

Raquel ….tente ver algo que ele goste jogos , joga bola … use isso para ensina -lo a ler ou a conta . Ativiades com nesse mundo ludico pode ajudar … no caso da agitacao talvez o que ele precise e descarrega a energia …. talvez algum esporte seria uma boa !!

Os textos estão bem claros e são otimos, uma pergunta quando a familia não aceita de maneira alguma que seu filho tem TDAH , qual a melhor maneira de ajudar essa familia que se recusa essa realidade que o filho vive?

Me conscientizei quando comecei conhecer situações reais de jovens q não foram adequadamente tratados! Há artigos científicos q comprovam essas estatísticas! Tente indicar algo aos pais com muito cuidado pois se não aceitam, são uma faca de dois gumes! Boa sorte!

Meu filho entrou este ano na educação infantil, mostrou um comportamento atípico, pois bate a propria cabeça no chão, paredes e portas quando contrariado, se recusa a interagir com os colegas nas atividades e foi encaminhado a avaliação multidisciplinar. passou por neuro pediatra, fez eletro, psicologa, mesa de avaliação e até agora não há diagnóstico, a ponto de ter que realizar uma ressonância magnética. Ele tem dois anos e oito meses, tem fala, seu lado cognitivo esta impecável, motricidade 10, mas ainda apresenta resistência em sala de aula. Eu, como mãe, investigo e estimulo mais do que posso, estou correndo atras de todas as maneiras, porém apesar de ainda não tenha um laudo, vejo que não há uma preocupação por parte da professora em criar um elo de confiança com Samuel. Sei que existe um objetivo, mas também sei que cada criança é diferente e as maneiras de alcançá-las é diferente. E é esse caminho diferente, mesmo sem laudo, que eu acho que a professora já poderia estar traçando. Estou esperando a reunião para a entrega do relatório para ver qual providencia tomarei…

Bom dia
Olha em que idade se pode considerar que a criança precisa dessa ajuda? Trabalho como TDI e esse ano estou numa sala maternal l (02 anos)e temos um aluno que é muito nervoso e até agressivo às vezes?

Olá!
Estou passando por um grande problema de comportamento com meu filho de 7 anos. A princípio, ele apresentava dificuldades no aprendizado, no 1º ano passou por avaliação multidisciplinar para descartar TDAH e nada foi comprovado. Agora no 2º ano os problemas tomaram dimensões maiores, pois apresenta dificuldade de controle de impulsos, ataques de raiva, condutas inadequadas, como quebrar materiais na escola e bater nos colegas, além de não respeitar professores, diretora, orientadora, não acatando ordens e com extrema dificuldade do controle emocional.
Está fazendo acompanhamento com psicóloga, a qual ainda está avaliando sobre um transtorno chamado disruptivo comportamental e o encaminhou para atendimento psiquiátrico, pois ele necessita de intervenção com medicamento. Não o levei ainda, pois tenho muito medo desses remédios, e de deixar ele dependente, mas tenho muito mais medo dele se tornar um adolescente problemático e a situação fugir do meu alcance, que na verdade já nem sei como agir em certos momentos. Todos os dias sou chamada na escola, ora porque bateu, ora porque mordeu… tem dias que ele se recusa a fazer qualquer tarefa e fica todo o horário de aula sem fazer absolutamente nada.
Tenho total consciência do problema dele, e estou tentando de todas as formas ajudá-lo, mas as vezes acho que por parte da escola, muitas vezes ele é ignorado e não sabem como agir com ele por falta de preparo.
Se vocês tiverem algum material sobre esse assunto, eu agradeço. Estou bem deslocada na educação dele, tenho uma filha de 11 anos e nunca passei por nada parecido.

Meu filho não tem comportamento violento. Ele apenas, em certos momentos, não obedece ordens. Quando não quer fazer a tarefa, pega uma folha em branco e se enconde embaixo da carteira para desenhar e não ser importunado. Cognitivamente, ele não apresenta problemas e em casa, é uma criança doce, e às vezes, desobedece, como qualquer outra criança. A coordenadora, acha que tenho que levá-lo a um psicólogo para saber por que ele não consegue seguir regras, mas eu discordo. A escola está insistindo muito nisso. Mas eu acho que, como tempo, vai ser mais natural seguir esse tipo de regras, pois ele é um menino muito inteligente, gosta de games, livros, sabe ler e escrever, tem boa coordenação motora mas tem alguns gostos diferentes das outras crianças. Ele não gosta muito de jogar futebol, por exemplo, e gosta de contar histórias e vivenciar personagens que admira, como os super-heróis, o que também acho normal em qualquer criança de 7 anos, pois também sou pedagoga. Em relação à escola, devo ceder a essa pressão?

Ola Fran,
Você um neuropediatra que ele poderá indicar outros profissionais como fonoaudióloga, psicólogo, psicopedagogo. Geralmente a avaliação de uma equipe multidisciplinar é o que comprova ou descarta o diagnostico.

Meu filho me da muito trabalho na escola fica muito agressivo com os professores e colegas chora muito e faz muita birra não sei o q faser ele so tem 4 anos

Como posso lidar com uma criança mimada que só faz o que quer, e que inventa coisas para chamar atenção, seu desempenho escolar é ruim porquê só gosta da área de exatas (sempre tira 10) assim deixando a desejar nas demais matérias, sempre tem argumentos para justificar tudo.

Tenho uma aluna de 4 anos que é exatamente assim. Estou muito preocupada por não saber lidar com a situação e ver que o restante da turma está sendo muito prejudicada por ela.

Sou professor, ministro mais 30 alunos na sala, mais de seis salas por semana, há um aluno com transtorno bipolar na fase depressão profunda, ele é muito inteligente, mas, não conseguir atenção de aula, sente forte cansativo, sonolento, tem muitas de recaídas de choro e esquece de tudo o que tinha ensinado ultimo de 5 minutos mesmo ele tentava aprender.
Já conversei com a pedagogia na escola onde eu trabalho, lá me disseram a mãe de meu aluno já fez tudo e não aceita o seu filho afasta na escola.
Pediu-me ter paciência com esse aluno, acho não é a questão paciência, sim é a mãe dele não quer cuidar o menino e ela acha a escola responsabilizam.
Uma coisa que eu nunca disse a ninguém que sou bipolar diagnosticado há mais de 7 anos, sei exatamente como o meu aluno sente, quando eu tinha aos 15 anos sofria essa condição e não entendia nada a durante de aula foi exatamente como o meu aluno passa.
Não sei como faço, não sou médico ou psicologo..Só apenas professor, não posso fazer nada e mas reconheço as todas sintomas do meu aluno muito parecido quando eu era novo e ele cortava os seus pulsos ainda escondendo com uma blusa.
Pedagogia na escola parece não tem conhecimento o suficiente ou reconhecer o dificuldade, mãe dele pior ainda e não entenderam. Semana a passada, aquele aluno tinha uma crise de choro intensamente saiu da minha aula correndo, eu tinha ir atrás dele e ele me disse “Ninguém entende o que eu passo me deixa tudo difícil e não suporta mais para nada”.
Aquilo o que disse me deixou tão vontade de revelar que tenho o mesmo condição dele para mostrar que ele vai conseguir passar essa fase e, mas, lembro que eu não posso porque isso é contra de ética profissional.
Por favor, me aconselhar o que posso fazer.. Agradeço se puder dá bom dica.

Sou procurador de uma instituição de ensino e recebi um processo para dar parecer sobre uma aluna que é diagnosticada com esquizofrenia . Ela é interditada, tem curadora sua tia. Na escola cria muitos problemas, briga com as professoras , alunos, etc. Numa ocasião desrespeitou superiores e instauraram uma sindicância para apurar os fatos e constataram que ela deve responder pelas agressões. Como pode ser responsabilizada por atos que comete em razão de doença? Tenho minhas dúvidas. Como poderia obter uma ajuda para fazer o parecer, respeitando o direito da aluna ?

Oi , tenho um filho de 4 anos, ele é um querido corre brinca , mas quando fala em ir pra escola ele já fala que não precisa, ele faz as atividades da escola em casa devido a pandemia e até aí tudo bem , mas ontem percebi que quando ele viu a professora meu filho mudou completamente ele não tinha reação ficou ansioso, não sei se eh a palavra certa a professora afirmou isso pra mim disse que ele ficava assim na sala quando entrava. Fiquei preocupada

Bom dia!
Esse ano estou com uma aluna agressiva em sala. Gostaria de dicas de estratégias do que trabalhar para melhorar esse comportamento dela, pois ela tem agredido com frequência os colegas na escola. Ela possui laudo de transtorno hipercinético de conduta entre outros.

Na verdade e que escola nenhum PUBLICA esta preparada e capaz de lida com qualquer aluno seje ele especial,com ou transtorno , ou o “normal” = todos todos sao normais neh ..Pois bem meu filho nao e santo …..igual a de todos em alguma hora vai correr vai empura vai grita vai fazer alguma coisa …isso e porque ele e um CRIANÇA neh … hoje em dia tudo e doenca tudo nao pode …em fim ….. meu filho tem 4 anos minha bencao meu amor. Ele nao falava ate os 3 anos e meio quase 4 ….com 1coloque em escola particula ficou 6 meses tirei depois com 2 anos e 3 meses coloquei novamente veio a pandemia e tirei de 3 para 4 voltei a coloca novamente tudo particular .Esse ano ele ta apenas na publica ja vai fazer 5 anos daqui uns meses desses 6 meses que esta na rede publica sao 6 meses escutando reclamacoes todos eu disse TODOS os dias hj ele falarao que ia chama o conselho de classe para saber o q fazer com ele, quer era pra mim leva ele para APAE ( atende apenas especificos graus )nao seria o caso do meu filho eu ja tinha pesquisado ….O tempo que ficou na rede particula nao teve isso . Em fim meu filho foi excluido aparti do momento q eu fiz a matricula na rede publica com laudo pior coisa ja fiz na vida . Laudo do meu filho e um laudo provissorio sem definicoes e detalhemento …de 2 anos atraz . Esse ano fui fiz terapias com fono e piscologa nao ajudou em nada muito pelo contrario piorou me cuido todos os dias por der comecado com isso .. o neuro que nos atendeu falou que Se se ele tiver de fato autismo vai see o grau mas leve de todos …. e msm assim so me darias depois de todas as terapias … TO CANSADA EXAUSTA NA VERDADE nao pelo filho e sim de profissionais que ficam 3 horas com as criancas de pouca idade e nao conseguem lidar nesse curto periodo…. SO DEUS MSM NAS VIDAS DAS MAES MSM

Olá Rayane, tudo bem?

É muito importante que seu filho continue com o acompanhamento multidisciplinar.

Sol,
Equipe NeuroSaber 💙

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