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A sala de aula é um espaço onde todos devem ter o seu espaço. Os alunos que usufruem desse local devem ser assistidos pelos educadores de maneira satisfatória. Como fazer então para que os profissionais realizem a avaliação escolar de forma que atenda crianças com atraso no desenvolvimento?

Primeiramente, o que deve ser feito?

A primeira providência a ser tomada é analisar a situação do estudante que apresenta esse atraso. Por isso os professores precisam ter bastante cautela para saber identificar as necessidades dessa criança, respeitando a peculiaridade e os limites de cada um.

O processo de aprendizagem: uma etapa crucial

Para que a avaliação escolar seja feita de acordo com a expectativa dos educadores, da família do aluno e de sua família; é importante que haja uma preparação anterior. O processo de aprendizagem pode se pautar na flexibilização dos conteúdos passados em sala de aula.

Isso favorece a fruição dos conteúdos expostos para a turma. Além disso, os educadores podem utilizar suportes que facilitem a explanação das matérias, como objetos digitais ou objetos lúdicos que favoreçam o ensino.

Importante ressaltar na aplicação de metodologias que abracem todos os estudantes. Outro detalhe é o fato disso ser apenas o primeiro passo para que alunos com atraso no desenvolvimento encontrem seus espaços no ambiente escolar. Vale ressaltar que tudo isso sem distinção, mas com adaptações que contribuam para o percurso pedagógico das crianças e dos adolescentes.

Como os educadores devem agir?

Em artigo anterior, nós, da Neurosaber, falamos sobre como avaliar as aprendizagens dos alunos com deficiência. Na ocasião, disponibilizamos algumas informações acerca de como os educadores podem contribuir para o aproveitamento pedagógico de seus alunos. A questão da avaliação escolar também deve ser considerada.

– Avaliar cada atividade de forma particular, respeitando a cognição do aluno;

– Estabelecer alguns mecanismos que visem a facilitar o aprendizado do estudante com deficiência: adaptação para as necessidades da criança/adolescente;

– Abolir a adoção de um ritmo único de aprendizado pelos alunos;

– Flexibilizar as formas de avaliação dos estudantes (provas, exames, ditados, etc.) e evitar comparações com as respostas dadas por eles;

– Estabelecer recursos que promovam a acessibilidade dos estudantes com deficiência e facilitem a aprendizagem dos mesmos, assim como a expressão de todos eles através da fala.

Reiterando que aos alunos deve ser feito tudo que impulsione a promoção da inclusão de cada um deles, além de uma avaliação escolar que desenvolva o conhecimento, de forma que os educadores consigam identificar os resultados.

Quem mais pode contribuir com o desempenho do aluno?

Os educadores exercem uma participação crucial no desenvolvimento de uma criança, mas outros especialistas também devem ser consultados para que o resultado seja satisfatório. Nesse caso, os psicopedagogos são responsáveis por um trabalho de acompanhamento e intervenções que fazem toda diferença na vida dos pequenos.

Se o atraso no desenvolvimento for resultado de autismo, por exemplo, a equipe pode ganhar a presença de mais profissionais, cujo auxílio com tratamentos tende a contribuir com as necessidades apresentadas pela criança.

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