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Quais os principais sintomas do TOD — Transtorno Opositivo Desafiador?

O Transtorno Opositivo Desafiador — TOD — é descrito no DSM, como parte dos Transtornos de Comportamento Disruptivo, cujas características são comportamentos desafiantes, negativistas e desobedientes, principalmente diante figuras de autoridade. Fazem parte desse grupo também o TDAH — Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade — e o Transtorno de Conduta.

É preciso considerar a hipótese de TOD quando os sintomas causam prejuízos significativos na vida do sujeito. Isso porque os comportamentos presentes no transtorno restringem a vida social da pessoa, devido às manifestações constantes de raiva, teimosia, hostilidades e insubordinação.

Toda criança e adolescente pode apresentar comportamentos dessa ordem em alguma fase da vida. Por isso, o diagnóstico de TOD é feito quando os sintomas persistem por mais de seis meses e ocorrem em diversos ambientes. Saiba mais, neste artigo.

Como é feito o diagnóstico de TOD? 

Para realizar o diagnóstico de TOD, é necessário descartar a presença de outros transtornos psicóticos, afetivos, transtorno de conduta ou personalidade anti social (maiores de 18 anos). 

O diagnóstico é feito através da observação do comportamento e sintomas da criança, por um médico especialista. É importante também avaliar sinais de depressão, ansiedade e perturbação do sono. Isso porque essas condições podem causar sintomas semelhantes aos do TOD, como irritabilidade e desobediência.

O TDAH também apresenta sintomas semelhantes e deve ser avaliado se existe uma comorbidade, visto que é muito comum que os dois transtornos estejam associados.

Para diagnosticar o TOD, é preciso verificar a presença de pelo menos quatro dos seguintes sintomas:

  • irritabilidade e acessos de raiva constantes;
  • discute com adultos ou figuras de autoridade;
  • desafia regras;
  • faz coisas deliberadamente para aborrecer a terceiros;
  • culpa os outros pelos seus próprios erros;
  • se sente ofendido com facilidade;
  • tem respostas coléricas quando contrariado;
  • é rancoroso e vingativo quando desafiado ou contrariado.

Quais as causas do TOD – Transtorno Opositivo Desafiador?

As causas do TOD não são conhecidas, mas segundo evidências, fatores genéticos e neurofisiológicos podem influenciar o desenvolvimento do transtorno. Assim como um ambiente familiar conturbado e ambíguo, no que se refere a educação dada pelos pais, pode contribuir para o surgimento do TOD.

Quais os principais sintomas do TOD?

Os sintomas do TOD costumam se manifestar na pré-escola, embora possam aparecer mais tarde, na adolescência. Como mencionado, os principais sintomas do transtorno incluem os seguintes comportamentos:

  • agressividade;
  • irritabilidade;
  • desafia regras e instruções;
  • discute com adultos frequentemente;
  • desobediência;
  • agitação;
  • incomoda os outros deliberadamente;
  • culpa terceiros pelos seus erros;
  • pode ser cruel e vingativo.

Como podemos ver, os comportamentos presentes no TOD prejudicam as habilidades sociais das crianças e podem fazê-las sentir-se mal e culpadas. Dessa forma, é muito importante buscar ajuda com médico, psicólogo e psicopedagogo para receber as orientações e tratamento adequados.

Como é o tratamento do TOD?

O tratamento do TOD visa modificar esses comportamentos que causam prejuízos na vida social e acadêmica das crianças e adolescentes. Na maioria das vezes, isso é feito através de técnicas de controle do comportamento e uma abordagem disciplinar com reforço dos comportamento desejados. 

Pais e professores podem receber orientações dos profissionais que trabalham com as crianças para que saibam como agir em casa e na escola, a fim de ajudar as crianças a modificar esses comportamentos.

Como distinguir os sinais de TOD do comportamento “desafiador” que as crianças podem apresentar?

O diagnóstico de TOD pode ser difícil, já que a maioria das crianças exibe alguns dos sintomas ocasionalmente (especialmente quando estão cansadas, com fome ou chateadas).

No entanto, uma criança com Transtorno Opositivo Desafiador irá exibir esses sintomas com mais frequência do que outras crianças, demonstrar problemas comportamentais por um período de pelo menos seis meses, ter problemas na escola e para fazer amizades como resultado direto do comportamento, além de ter seu funcionamento geral comprometido por seus comportamentos desafiadores.

Como ajudar a criança a superar esse comportamento?

Para superar o comportamento de oposição, a criança precisa perceber que seu comportamento é impróprio. A terapia com um profissional especializado, ajuda a encontrar o que pode estar causando esses comportamentos indesejados, assim como ensina novos comportamentos mais saudáveis e apropriados.

Uma criança com TOD tem mais risco de desenvolver outros transtornos na vida adulta?

A probabilidade de uma criança com TOD ter maiores dificuldades no final da adolescência e na idade adulta depende dos tratamentos e das circunstâncias ambientais. Geralmente, elas correm maior risco de ter depressão e abuso de substâncias, principalmente quando o TOD na infância for acompanhado por outros transtornos, como TDAH, depressão e  dificuldades de aprendizagem. 

Em alguns casos, o diagnóstico de TOD pode se agravar até desenvolver um transtorno de conduta, que é um quadro mais grave de transtorno de comportamento. As pessoas com transtorno de conduta tendem a apresentar comportamento de violação da lei; destruição de propriedade e até crueldade com animais e pessoas.

É claro que uma criança com diagnóstico de TOD não irá fatalmente desenvolver o transtorno de conduta. No entanto, é importante acompanhar de perto o comportamento das crianças e buscar um tratamento adequado e eficaz.

Restou alguma dúvida sobre os sintomas do TOD? Deixe nos comentários.

Referências:

GREVET, Eugenio Horacio; SALGADO, Carlos Alberto Iglesias; ZENI, Gregory  and  BELMONTE-DE-ABREU, Paulo. Transtorno de oposição e desafio e transtorno de conduta: os desfechos no TDAH em adultos. J. bras. psiquiatr. [online]. 2007, vol.56, suppl.1 [cited  2020-10-23], pp.34-38.

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46 respostas em “Quais os principais sintomas do TOD — Transtorno Opositivo Desafiador?”

Tenho um menino de 6 anos. Adotei ele com 4 anos de idade. De um certo tempo ele vem desenvolvendo um comportamento agressivo. Não aceita ouvir NÃO. Se irrita com facilidade, quebra os brinquedos, tem muita dificuldade em cumprir regras. Já tirei os desenhos de super herói que ele gosta. Tem resposta pra tudo, acha que ele está certo. Mesmo eu sentando e conversando com ele. Explicando que ele está errado. Sou pedagoga e uso tudo o que aprendi para ajuda-lo. Porém não estou conseguindo. Muitas vezes penso que deve ser o histórico dele. Onde ele sofria violência por parte da mãe biológica. Já levei ele ao médico mas não conseguimos ainda identificar o problema. Ele diz que o cérebro dele manda ele ser ruim, fazer as coisas erradas. Sabe aquela criança que não para desde a hora em que levanta até a hora de dormir. Preciso ajudar meu filho!

Boa noite Hilda. Lendo sua história até parece que foi eu que escrevi.
Há 2 anos adotei 2 meninos, são irmãos. Estão hoje com 6 e 9 anos. O de 6 anos tem todos os comportamentos que você descreve. Ele está com psicologa há 1 ano. Definitivamente ele não consegue ouvir não, as vezes acho que sou dura demais com ele, corta meu coração, mas tenho obtido resultados positivos. Hoje eu estava muito cansada e não entrei na brincadeira com ele, ele chorou tanto e com tanto sentimento que quase morri. Fui até o quarto que ele estava chorando, peguei ele no colo e embalei por um bom tempo, até ele se acalmar e depois pedi desculpa por estar cansada. É um desafio enorme, a cada dia vou aprendendo melhor a ler os comportamentos dele e fazendo diferente para tentar amenizar a dor e o vazio que acredito que ele tenha no coração. Ele também é extremamente carinhoso e inteligente. Uma coisa te falo, foi de longe a melhor coisa que aconteceu na minha vida. Amo incondicional me os dois.

Boa noite! Mãezinha ele tem um histórico aí por trás desses comportamentos, eu penso que, seria muito bom procurar a ajuda de um profissional da psicologia. Há profissionais especializados em crianças e adolescentes. Logo juntos poderão compreender e lidar melhor com esse contexto atual.

Olá Hilda!
A criança pode vir com traumas psicológicos em relação a família anterior, porém muitas das vezes a criança vem também com uma carga espiritual negativa muito grande! Como cristão te aconselho levar em um profissional , mas principalmente orar todos os dias por esta criança e se possível conversar com o líder de sua religião que tenha experiência neste assunto, pois nem tudo a psicologia sozinha resolve, às vezes é espiritual também. Deus te abençoe!

olá, procure um psicólogo cognitivo comportamental com atendimento em infância. Sou psicóloga, por isso te falo isso

Hilda, muito provável que ele carrega uma Herança Genética muito forte. Antes de tudo, coloque seu filho nas mãos de Deus, por que o fato de você ter o adotado é uma atitude muito nobre (que poucos tem coragem ou disposição). Sou psicanalista, acredito em herança genética, isso é Ciência, mas creio (conforme a Bíblia fala) que existe também maldição Hereditária.
Me chame no Direct pra te orientar, se sentir a vontade. @talita_psicoterepeuta (meu Instagram).

Olá Glauberta,
Em breve será normalizado a página da lista de espera.
Já fiz o pedido de cadastro com seus dados.
Agradecemos seu contato.😍.
Continuo a sua disposição para qualquer dúvida que possa surgir.💙

Não se preocupe ou se martirize, eu era assim(ou ainda sou) ou pior, minhas tias me chamavam de capeta, filho do diabo, do demônio. Eu sempre destruí tudo, seja por curiosidade ou por raiva. E seguir regras sem entendê-las nunca foi meu forte(ainda hoje, tudo é a ferro e fogo, ou faz ou não faz, não existe meio termo), dei muito trabalho pra minha mãe na escola que sempre foi chamada pelo menos duas vezes por semana até a sexta série, na sétima comecei a melhorar meu comportamento e defender pessoas que sofriam bullying mesmo que as vezes eu praticasse isso como elas, nunca fui valentão mas nunca levei desaforo pra casa, principalmente vindo de valentões, as brigas foram até o segundo grau, mas moderadamente. Sempre fui o mais inteligente da classe e um dos mais da escola, tenho um bom emprego onde sou reconhecido como expert em vários assuntos, não fiquei rico, nunca fui preso ainda. Mas uma coisa sempre me faltou, alguém que me ensinasse amar e ter empatia pelas pessoas, tenho descobrindo isso sozinho e sentido a falta que isso fez na minha vida e na minha carreira. Hoje tenho filhos e preciso ensinar a eles o que não foi ensinado, não tenho medo que se tornem igual a mim, pois ainda prefiro um filho inteligente do que bondoso, mas se puder ter os dois, assim o farei. Voltando ao assunto das minhas tias, parei de tentar provar paras as pessoas que eu não era a pessoa ruim (aliás o conceito de bom e ruim tem muitas variáveis, temporais, culturais… nem todo mundo que se diz bom é 100% bom, e também ninguém é 100% ruim) mas resolvi ser o capeta que disseram que eu era e como dizia Maquiavel, melhor ser temido do que amado. Ensine a ele o porquê das coisas, mas sem religiosidade, provavelmente ele nunca terá medo de ir para o inferno, não tem medo das punições, e isso só alimentará o ódio, ensine a ele um propósito de fazer as coisas tidas como socialmente e politicamente correta e que ele terá como recompensa a gratidão, o companheirismo, amizade ou qualquer outra nesse sentido. Ah! antes que me esqueça, o cérebro dele não manda ser ruim, manda ser desafiado, existem desafios saudáveis que você pode exercitar com ele!

Otima explicacao..gostei muito..
tenho um filho tipo TOD ..é uma boa pessoa..tem o TDAH tipo Add’ dificuldade de concentracao.
Nao teve contato com o pai qui já faleceu a 2 anos.

Oi Hilda, meu filho também age dessa forma. Os transtornos foram confirmados (TDAH e TOD) e mesmo medicado e com muitas terapias, a melhora ainda é pequena… O quanto antes as terapias e, se for o caso, a medicação forem iniciadas, melhores serão os resultados. Colhemos poucos grãos de tanto investimento (não só financeiro, mas de tempo mesmo), mas não podemos desistir não é? Precisamos de muita força, ajuda e empatia. Boa sorte!!! 🙏🏻

Excelente explicação sobre o transtorno opositor desafiador. Estou trabalhando com uma criança que foi diagnosticada com esse transtorno. Tive muitas dificuldades no início do processo. Agora estou aprendendo como ajudar meu aluno no seu dia a dia.

Muito boa as explicações estou atravessando um período com meu filho começou aos 7 anos e hoje está com 14 mas o mais difícil é um diagnóstico desde de que eu e uma diretora de uma escola percebemos ,procurei psiquiatra, neuro,psicólogo mas já me derão vários diagnósticos de TED, TOD,TDAH mas o difícil um psicólogo bom que ajude a contornar os conflitos sem falar na dificuldade nas escolas despreparadas para ajudar a família e o aluno pra escola que a mãe leve laudo pra escola e se vire com seu filho que a escola não quer problema.

Boa noite Patrícia. Quando você diz escola despreocupada sei exatamente o você está falando. Adotei 2 meninos há dóis anos, hoje estão com 6 e 9 anos. O mais velho quando começou na escola nova houve uma dificuldade muito grande de adaptação. Ele fazia nada na escola, ficava brincando com os lápis, se deitava debaixo da carteira e por aí vai. Fui chamada na escola várias vezes. Um belo dia fui chamada na escola e numa reunião com o pessoal da escola estava uma psicoterapeuta sabe qual foi o conselho dela pra mim. ” Eu acho que você deveria levar seu filho pra APAE, acho que ele vai se adaptar melhor lá.” E aí ainda disse. ” Você adotou é um risco”. A partir desse momento não consigui falar mais nada, chorei desesperadamente até o final da reunião. Hoje um ano e meio depois do ocorrido só me encanta esse meu filho, carinhoso, muito responsável, me ajuda muito com o irmão. Só me dá orgulho e na escola é outra criança se devolveu de muito. Sempre foi acompanhado por psicólogo e da minha parte por um amor incondicional.

Olá Denise,
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Acesse nossos canais, temos muitas informações importantes lá que podem ter respostas para suas dúvidas. Vale a pena conferir!!!
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Olá Laura,
Nesses casos orientamos buscar um especialista pessoalmente para lhe dar melhores informações e orientação assertivas sobre o caso.
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Meu filho de 6 anos, não aceitei, qdo eles quer algo tem q ser no tempo dele, não aceita esperar, e ficar repetindo o que que incessantemente, irrita o irmão toda hora, se o irmão não faz o que ele quer, ele obriga o irmão fazer. É vingativo, me enfrenta qdo quer algo, me desafia, todos os dias ele inventa algo que ele quer, ou quer fazer e assim ele fica repetindo aquilo de tempo em tempo o dia todo. Na escola ele e o oposto, obedece, cumpre regras interagi com amigos, brinca, recebe ordem e acata tudo normal. Só em casa ele tem esse comportamento. Não sei o que fazer.

Olá Thaís,
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Cabei de ver aqui .minha filha hoje tem 41 anos .e vi bem claro q ela teve e tem tudo isso .e nunca tratei .e agora? Como devo me proceder? Preciso e quero muito ajudar minha filha ela e muito complicada e agente não combina me ajude por favor!

Olá Beatriz,
Primeiramente obrigada pela confiança!
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Boa noite! Meu filho tem 10 anos e apresenta todos os sintomas relacionados ao TOD estou há dois meses fazendo acompanhamento com psicologo e o mesmo relata que meu filho tem crise de ansiedade…

Olá Adriana, estou com o mesmo problema, minha filha tem 2 anos e apresenta esse mesmo comportamento, eu gostaria de conversar com outra mãe sobre isso, se vc quiser me chama no whatsApp pra conversarmos (48)98439-4622. Eu gostaria muito, obrigada.

Bom dia, levei minha filha ao médico e disse que suspeitava de TOD, mas ele me disse que quem tem apresenta o comportamento desafiador com todo mundo e não só com algumas pessoas, isto procede?

Ok tudo dbre o TOD foi dito mas o tratamento que os pais ou professores tem que ter com as criancas nada foi dito. O que fazer nas horas das crises? Como reagir ao ataque’ agressao ou destruicao das coisas. Apenas acompanhamento psicologico da crianca nao responde o que fazer em casa ou no colegio nesses casos

Olá, tenho um sobrinho que apesenta vários sintomas deste transtorno, nós da família nos preocupamos com isso, porém minha irmã mãe dele já faz tratamentos psicológicos e o pai acha que o mais importante é ele não ser um marginal, porém ele é uma criança de 11 anos, já apresenta dificuldades no aprendizado, além disso ele responde e enfrenta os pais quase todos os dias, responde a vó a bisavó, provoca as crianças com quem ele brinca, faz maldades, provocações, e quando alguma criança o enfrenta ele grita, perde a cabeça e até parte para a agressão física arremessa objetos, mente com frequência e assim vai. Eu como tia gostaria de ajuda-lo porém muitas vezes acabo afastando meus filhos dele porque tenho medo que aconteça uma desgraça.

Olá Adriana, estou com o mesmo problema, minha filha tem 2 anos e apresenta esse mesmo comportamento, eu gostaria de conversar com outra mãe sobre isso, se vc quiser me chama no whatsApp pra conversarmos (48)98439-4622. Eu gostaria muito, obrigada.

Eu lendo essas histórias parece que a vida do meu filho ,alguns meses ele demonstrou esse comportamento levei ele na piscologa e no neuropisquiatra e o laudo deu TDH e Hiperatividade e transtorno desafiador ,olha eu não paro o dia todo ele e muito desobediência ,tem hora que fico muito cansada ele muito agressivo mas ele está em tratamento!!! Ele 7 anos

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